Destaque Resistência anaeróbia e aeróbia: saiba quais são as principais diferenças

Resistência anaeróbia e aeróbia: saiba quais são as principais diferenças

Conheça as características das resistências anaeróbia e aeróbia e descubra os melhores exercícios para desenvolvê-las.

Muitas pessoas ainda possuem dúvidas quando o assunto é resistência anaeróbia e aeróbia. Os termos são semelhantes, porém os objetivos são diferentes e peculiares. Basicamente, a primeira é desenvolvida por meio de exercícios de alta intensidade realizados em um curto período de tempo. Já a segunda, ocorre a partir de atividades que possuem um nível de dificuldade mais leve e são praticadas durante um longo intervalo de duração.

Seja como for, o segredo para desenvolver ambas as resistências está em praticar as atividades físicas corretas e que estejam de acordo com as suas necessidades. Para isso é preciso conhecer, em primeiro lugar, as diferenças entre elas, como atuam e os seus principais benefícios.

Continue a leitura e tire todas as suas dúvidas sobre o tema!

Descubra também: Dicas para recuperar a massa muscular

Conheça as principais diferentes entre a resistência anaeróbia e aeróbia.

Resistência Anaeróbia

O que é resistência anaeróbia?

A resistência anaeróbia é a capacidade que um indivíduo possui de suportar exercícios de alta intensidade, utilizando uma quantidade reduzida de oxigênio, durante um breve período de tempo. Neste caso, essa resistência se torna possível porque o corpo não produz uma nova energia para realizar a atividade, mas, sim, usa o estoque que já existe no organismo.

Os exercícios que trabalham a resistência anaeróbia são intensos e, por isso, não devem ultrapassar a duração máxima de três minutos. As atividades com o objetivo de desenvolver esse tipo de resistência tem como objetivo exercitar um número determinado de músculos, o que resulta na produção de ácido lático, responsável por utilizar a glicose como fonte de energia durante a ausência de oxigênio.

Tipos de resistência anaeróbia:

Lática: utiliza movimentos intensos com no máximo meio segundo de duração. Durante a atividade, o organismo libera uma quantidade excessiva de ácido lático no sangue. Esta grande quantidade de liberação pode ocasionar dores musculares. Por isso, é indicado sempre realizar pausas ou exercícios de menor intensidade após este tipo de atividade. 

Alática: ela é o oposto da anterior e se caracteriza pela ausência do ácido lático. Isso porque a duração do exercício não ultrapassa o tempo de 20 segundos e não oferece período hábil para a produção do ácido.

Agora que você já conhece o conceito de resistência anaeróbia e como ela é desenvolvida, vamos entender de que forma ela pode ser útil e benéfica para a saúde do seu corpo! 

Quais são os principais benefícios?

Muitas são as vantagens da resistência anaeróbia para o organismo, principalmente, para aqueles que já possuem o hábito de realizar atividades físicas, como exemplo, os atletas. O desenvolvimento deste tipo de resistência melhora o nível de desempenho em atividades intensas, que possuem longo tempo de duração. A atividade é muito indicada para pessoas que praticam corridas, pois ela ajuda a manter a velocidade e o movimento constantes.

Além disso, os indivíduos que possuem um nível maior de resistência anaeróbia conseguem se recuperar de atividades que demandam um esforço maior, de forma mais rápida, comparados àqueles que não a desenvolvem. Mas, engana-se quem acredita que a resistência anaeróbia é eficaz apenas para pessoas que já realizam a prática regular de exercícios. As atividades que trabalham esta resistência proporcionam também outros tipos de benefícios. Confira:

  • Previne doenças cardiovasculares e diabetes
  • Aumenta o nível de massa corporal e resistência óssea;
  • Acelera o metabolismo;
  • Melhora a capacidade psicológica.

Além dos tópicos citados acima, os exercícios que trabalham a resistência muscular também ajudam a diminuir a perda de massa magra, comum durante o processo natural de envelhecimento. Sendo assim, a partir da prática de fortalecimento dos músculos, a perda de gordura também se torna mais eficaz.

Você pode querer saber também sobre: O que é HIIT? Entende como ele pode te ajudar a queimar gorduras e os seus benefícios.

Os melhores exercícios anaeróbicos para o seu dia a dia

Salto na caixa

Um dos exercícios mais indicados para o fortalecimento e potência muscular é o “Salto na caixa”, conhecido também como Box Jump. A atividade aumenta o condicionamento físico, ajuda a queimar calorias e contribui para o sistema cardiorrespiratório.

Além disso, a modalidade anaeróbica ajuda melhorar a densidade óssea, a prevenir o desenvolvimento de doenças, como osteoporose, e ainda contribui para o desempenho do Sistema Nervoso Central (SNC), responsável por comandar todas as atividades do corpo.

As ações realizadas sobre a caixa são considerados de alta intensidade e, por isso, trabalham principalmente a potência muscular das pernas, desenvolvendo assim o equilíbrio e contribuindo também para um melhor desempenho em outros tipos de tarefas.

Burpee

Para aqueles que buscam trabalhar de forma intensa e única toda a musculatura do corpo, o Burpee é um dos exercícios anaeróbicos indicados. Os movimentos se resumem na sequência composta por agachamento, flexão e salto.

A atividade ajuda a desenvolver a habilidade de realizar tarefas do cotidiano de forma mais rápida, outro benefício está relacionado ao aumento da força muscular. A capacidade cardíaca também é aproveitada com a prática do exercício e, assim como o salto na caixa, o Burpee colabora para a perda de calorias, pois a modalidade ajuda a acelerar o metabolismo.

Swing Kettlebell

O Swing, traduzido por “balanço”, é realizado por meio do Kettlebell, peso com alça comum nos estúdios de treinamento funcional. O exercício com o instrumento busca trabalhar as regiões do quadril, coluna vertebral, glúteos e coxas, além de agir no fortalecimento do core. O treino ajuda a melhorar o desempenho em atividades diárias, como também a performance de atletas, desde aqueles que realizam corridas de longa distância a praticantes de artes marciais.

De forma semelhante a todos os exercícios anaeróbicos citados neste artigo, o Swing deve ser realizado sempre com acompanhamento de um Profissional de Educação Física, a fim de respeitar o número indicado de sequências do exercício, a condição física do aluno e o peso mais adequado para cada pessoa.

Flexão de braços

A flexão de braços também está entre um dos exercícios anaeróbicos considerados mais intensos. Os movimentos são realizados apenas com a força do corpo e ajuda a definir braços, ombros e peitoral. O nível de energia gasto durante a atividade é considerado alto, por ser capaz de trabalhar diferentes regiões musculares simultaneamente.

O treinamento ajuda a fortalecer o core, responsável por manter a estabilidade do abdômen e a sustentação da coluna. Vale destacar também que os exercícios de flexão de braços promovem um grande gasto energético e ajuda a diminuir dores nas articulações.

Exercício de flexão dos braços para aumentar a resistência anaeróbica.

Agachamento

O agachamento também faz parte da lista de exercícios anaeróbicos e é totalmente eficiente para trabalhar articulações do joelho, quadril e tornozelo. É uma ótima opção para tonificar pernas e modelar os glúteos. O exercício também contribui para ações realizadas fora do ambiente de treino, pois ajuda a padronizar o movimento na hora de executar atividades do dia a dia.

Chegou a hora de falarmos sobre a resistência aeróbica. Siga com a leitura e descubra como ela pode ser desenvolvida!

Resistência aeróbia

O que é a resistência aeróbia?

Agora que você já sabe tudo sobre resistência anaeróbica, os benefícios e as atividades físicas mais indicadas, vale compreender também as principais características da resistência aeróbica. Ela é definida como a capacidade de suportar um determinado nível de esforço durante o maior período de tempo possível.

A pessoa que possui um bom desenvolvimento dessa resistência é capaz de ter uma melhor performance em atividades que são consideradas longas. Sendo assim, o cansaço adquirido durante o período em movimento é considerado menor e o indivíduo é capaz de manter o mesmo ritmo e intensidade ao longo de uma modalidade esportiva.

Por isso, a resistência aeróbia é muito necessária para maratonistas, por exemplo, pois eles necessitam de excelente condicionamento físico durante um período de tempo maior. Esta resistência ocorre por meio do oxigênio presente no organismo, que é utilizado como combustível, sendo transportado para os pulmões e coração. Este “gás” é adquirido pelos órgãos por meio da respiração.

Desta forma, a resistência aeróbica está estreitamente ligada a atividades de intensidade leve à moderada, que possuam um longo intervalo de duração.

Quais são os principais benefícios?

A resistência aeróbia é capaz de promover diversos benefícios para a saúde, como também prevenir o desenvolvimento de diferentes tipos de enfermidades. Isso porque os exercícios são capazes de fortalecer o sistema imunológico. Sendo assim, ela é eficaz contra a formação de doenças como osteoporose e diabetes. No entanto, outros problemas também podem ser evitados. 

Veja algumas das ações desenvolvidas por meio dessa resistência:

– Fortalece o coração e pulmões

– Melhora a densidade óssea

– Auxilia na diminuição do colesterol e triglicerídeos

– Alivia os sintomas da depressão

– Diminui o estresse

Confira os principais exercícios para desenvolver a resistência aeróbica! Conheça no tópico abaixo:

Quais são os exercícios aeróbicos mais indicados?

Corrida

A corrida é dos uns exercícios aeróbicos mais populares. O ato de correr é um ótimo estimulante para o funcionamento saudável do coração e para o sistema respiratório. Além disso, o exercício ajuda a controlar a pressão arterial e, ainda, auxilia no emagrecimento. Doenças também podem ser evitadas por meio da prática da atividade, como o desenvolvimento de diabetes. Ela também contribui para diminuir os riscos de infarto.

Clique e saiba sobre a importância da atividade física no combate à hipertensão.

A corrida ajuda a controlar a pressão arterial e aumentar a resistência aeróbica.

Remo

O remo é outra atividade aeróbica considerada extremamente eficaz e não necessariamente é preciso estar em alto mar para praticar o esporte. Você pode optar pelo uso do equipamento indoor, mais conhecido como “Remo a seco“.

O aparelho é capaz de simular os movimentos que são realizados no barco e pode ser utilizado por pessoas de diferentes faixas etárias. Por meio do exercício físico é possível trabalhar diferentes grupos musculares de forma completa. A atividade aeróbica é capaz de desenvolver resistência, força e flexibilidade no corpo inteiro, principalmente, nos membros superiores e inferiores.

Esqui

Por meio do simulador de esqui é possível treinar diferentes partes do corpo: ombros, braços, pernas e quadril. O aparelho é capaz de trabalhar as habilidades de reflexo, resistência, estabilidade e coordenação motora. A modalidade é considerada parte do treinamento funcional, visto que é uma atividade que busca aperfeiçoar todos os membros de forma integral, utilizando apenas a força do próprio indivíduo.

Polichinelo

O polichinelo é uma atividade aeróbica simples, porém muito eficiente para a saúde do coração e pulmões. Costuma ser mais utilizada com a finalidade de aquecimento, ajudando assim a alongar a musculatura das pernas e braços. O exercício também estimula a coordenação motora e auxilia no fortalecimento cardiovascular.

A perda de calorias também ocorre por meio das sequências de polichinelos, que podem ser realizadas em qualquer ambiente e não necessitam de uso de aparelhos. Mas é importante estar atento ao número de repetições a serem executadas. Sempre é recomendável respeitar os limites do seu corpo. Por isso, é indicado iniciar de forma mais leve e ir aumentando o nível de dificuldade paulatinamente. 

Resistência Anaeróbia  X Aeróbia

Mas, afinal, é necessário realmente investir nesses dois exemplos de força?

Muito além de colaborar para a atuação em diferentes modalidades esportivas e atividades do dia a dia, desenvolvendo-as com mais agilidade, potência, rapidez e disposição, as resistências anaeróbia e aeróbia são essenciais para o condicionamento físico de todas as pessoas, sejam atletas ou não.

Isso ocorre porque elas são capazes de fortalecer a musculatura e aumentar a força do organismo, resultando em mais fôlego para a realização de diferentes tarefas. Vale lembrar que elas também ajudam a prevenir o surgimento de diferentes tipos de doenças.

Portanto, aperfeiçoar as duas resistências é fundamental para manter o seu corpo em equilíbrio, pois ambas desempenham um papel único e importante em cada organismo.

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Atividade física favorece longevidade

As melhorias nas condições sanitárias e nutricionais e o grande avanço da medicina têm reduzido cada vez mais as taxas de mortalidade e, consequentemente, as pessoas estão vivendo mais.

Até 1950, a expectativa de vida dos brasileiros era de 50 anos, enquanto hoje passa dos 73 anos. No entanto, é o estilo de vida de cada um que norteia a qualidade e problemas que possam surgir com a idade.

As mudanças fisiológicas, psicológicas e sociais que ocorrem com o processo de envelhecimento vão influenciar de maneira decisiva no comportamento da pessoa idosa. Com o declínio das aptidões físicas, o idoso tende a ser poupado pelos familiares e acaba praticando menos atividades motoras. Os efeitos da diminuição do desempenho físico podem ser contornados por meio de atividades físicas bem direcionadas que visam a promoção da saúde e da qualidade de vida.

Os benefícios são perceptíveis. Cuidar do corpo também melhora as funções orgânicas, beneficiam no controle, tratamento e prevenção de doenças – como a diabetes, hipertensão, arteriosclerose, enfermidades cardíacas, varizes, problemas respiratórios, artrose, distúrbios mentais, artrite e dor crônica, entre outras.

Não é difícil perceber que a rotina das pessoas idosas mudou muito de alguns anos para cá. Quem esperava chegar aos 60 anos e, merecidamente, descansar, pode mudar seus conceitos. A dita terceira idade pode ser muito proveitosa para quem não ficar parado.

Limites respeitados

Os benefícios imediatos da prática de exercícios vão desde a redução da pressão arterial, dos níveis de colesterol à diminuição do sobrepeso. A atividade física permite também que o idoso desenvolva melhor condição cardiovascular, tendo mais fôlego para subir escadas, brincar com os netos, enfim, para curtir a vida.

Os exercícios mais indicados são aqueles que promovem ganho de flexibilidade, força e propiciam condição aeróbica, como caminhadas e ciclismo, e deve ser evitado qualquer esforço concentrado, de alta intensidade e curta duração.

Para aproveitar melhor as atividades e com segurança, os limites devem ser sempre respeitados. Para iniciar qualquer tipo de atividade, o idoso deve passar por uma avaliação médica para verificar qualquer tipo de problemas ortopédicos, cardiológicos ou hormonais, escolhendo o exercício que mais o agrade, dentro do seu próprio limite.

A musculação voltada à terceira idade, por exemplo, já faz parte do programa de academias exclusivas para idosos, com o objetivo de permitir que eles possam reunir forças necessárias para caminhar, carregar a sacola do supermercado ou simplesmente levantar do sofá sem depender de ninguém.

Além disso, o levantamento de pesos é o principal aliado no combate da síndrome da imobilização – grave problema de saúde pública que atinge até 40% dos idosos brasileiros a partir dos 75 anos de idade.

Musculação serve de base

De acordo com o cardiologista Antônio Augusto de Arruda Silveira Júnior, autor de um livro, Musculação Aplicada ao Envelhecimento, sobre a importância do exercício com levantamento de pesos na terceira idade, por terem sua mobilidade prejudicada, em consequência da perda da massa muscular, as vítimas da síndrome da imobilização não conseguem realizar as atividades mais simples do cotidiano de modo independente. “Elas também ficam propensas a desenvolver doenças reumáticas, fraturas ocasionadas pela osteoporose e, inclusive, desnutrição”, alerta o médico.

O especialista destaca que graças à musculação voltada à terceira idade, realizada de forma orientada, com o suporte de uma equipe multiprofissional, e em espaço com equipamentos apropriados à terceira idade, o idoso recupera a força dos músculos que ficaram atrofiados com o tempo.

Por essa razão, observa, esse tipo de exercício é descrito como a base das principais atividades físicas realizadas mesmo entre idosos com idade mais avançada, além de portadores de doenças que limitam o movimento e inclusive pessoas acamadas.

Antônio Silveira Júnior alerta, no entanto, que o combate à fraqueza resultante da atrofia das fibras brancas musculares (responsáveis pela força), deve começar bem antes da terceira idade.

“Pessoas na faixa dos 30 anos devem realizar a musculação com fins preventivos”, avisa o especialista, salientando que os demais exercícios, denominados aeróbicos, trabalharão principalmente sobre as fibras vermelhas (responsáveis pela resistência) e não pela força.

Médico deve dar o “OK”

Uma avaliação médica pré-participação em atividades físicas é fundamental. As alternativas vão desde simples questionários até exames sofisticados. Os principais objetivos do exame clínico são a identificação de doenças pregressas e atuais, a avaliação do estado nutricional, do uso de medicamentos, das limitações músculo-esqueléticas e do nível atual de aptidão física.

Dentre os exames complementares, o mais importante é o teste ergométrico, cujos objetivos principais são determinação da tolerância ao esforço e detecção de riscos cardiovasculares, já que, conforme dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia, mesmo sem sentir nenhum sintoma e sem fatores de risco preexistentes, a partir dos 55 anos de idade o risco de doença arterial coronariana aumenta consideravelmente.

A avaliação ideal deve incluir testes de força muscular e de flexibilidade, análise postural e determinação da composição corporal. O objetivo é favorecer um maior ganho de qualidade de vida quando do envolvimento com atividades recreativas e otimizar o desempenho quando da prática de uma modalidade desportiva.

Treino HIIT acelera perda de peso: veja o que é e como fazer

HIIT é uma sigla inglesa para “High Intensity Interval Training“, ou seja, treino intervalado de alta intensidade. Isso significa que o treino HIIT é todo treinamento em que a pessoa atinge picos de alta intensidade intercalados com períodos de descanso que podem ser ativos (ou seja, a pessoa continua se movendo, mas em uma intensidade menor) ou passivos, em que a pessoa para completamente. O mais comum é que as pausas sejam ativas.

Para que serve o treino HIIT

O objetivo desse tipo de treino é a queima maior de calorias, tanto durante o treino como nas 24 horas pós-treino. Os treinos HIIT, devido à alta intensidade de performance, têm a característica de durarem pouco tempo, variando entre 10, 15, 20 ou 30 minutos no máximo. Por isso mesmo, essa modalidade de treinamento tem sido muito popular nos dias de hoje, especialmente para quem diz não ter tempo para treinos longos no dia a dia.

Benefícios do HIIT

O treino HIIT é associado atualmente a uma série de benefícios. Entre eles estão:

Queima mais calorias:

O treino HIIT queima muito mais calorias em menos tempo do que exercícios moderados (como academia), o que o torna uma opção muito interessante para quem quer emagrecer. Isso ocorre porque quem o pratica consegue atingir intensidades mais altas de atividades, o que demanda uma produção de energia muito maior do organismo. Apesar dos exercícios de alta intensidade usarem mais carboidratos do que gorduras como fonte de energia, trazem uma grande perda de peso e consequentemente, começa-se a queimar gordura também.

Acelera o metabolismo por mais tempo:

Nas 24 horas após um treino HIIT, você queima 10% mais calorias do que queimaria sem ter feito o treino. O dado é de um estudo publicado na revista científica American Journal of Sports and Medicine. Isso ocorre porque, após esse exercício, o organismo tem um consumo maior de oxigênio, o que leva a uma aceleração do metabolismo, e o uso de mais calorias para sua manutenção normal. O nome disso é efeito EPOC e exercícios podem causar efeitos EPOCs de intensidades diferentes. O EPOC do HIIT é bem alto, acelerando o metabolismo e, portanto, tendo tanta queima de calorias no pós-treino.

Aumenta a capacidade cardiovascular:

Ao atingir cada vez mais picos de intensidade em exercícios, a pessoa que está praticando o treino HIIT condiciona seu corpo com mais rapidez, o que traz uma melhora tanto em sua frequência cardíaca quanto em sua respiração.

Reduz o apetite:

Há estudos mais recentes que mostram que o HIIT pode ter uma influência positiva em hormônios que estimulam a sensação de saciedade, como a grelina e o peptídeo YY. Após os exercícios, esses hormônios seriam estimulados, o que reduz a sensação de fome ao longo do dia. Mas não se sabe ainda por quanto tempo duraria esta influência.

Favorece a manutenção de massa muscular:

Alguns estudos têm relacionado o treino HIIT com o aumento do hormônio do crescimento, o GH. Este hormônio, responsável pelo ganho de estatura nas crianças, atua de forma diferente nos adultos, ajudando-os a ganhar mais massa muscular e a reduzir os depósitos de gordura. Acredita-se que o aumento da circulação deste hormônio faça com que o HIIT, portanto, melhore a preservação da massa muscular, mas é apenas uma hipótese. O que se sabe é que pessoas que querem um ganho de massa muscular significativo devem intercalar o treino HIIT com exercícios de musculação.

Melhora a sensibilidade à insulina:

A prática regular de atividade física faz com que o organismo aumente o uso do açúcar no sangue como fonte de energia, principalmente exercícios de alta intensidade como o HIIT. Portanto, alguns estudos têm apontado que o treino HIIT pode ser interessante para quem tem pré-diabetes.

Outras vantagens:

Além disso, por tratar principalmente com exercícios funcionais, o HIIT melhora muito a coordenação, equilíbrio e agilidade.

O treino HIIT conta com algumas vantagens que o tornam muito popular. Entre elas:

  • É um treino motivador e agitado, que mantém seu praticante animado em continuar participando e superando seus limites
  • Por ser um treino curto, é fácil de ser encaixado na rotina, o que também dispensa a desculpa de “não tenho tempo para me exercitar”
  • Pessoas menos acostumadas a praticar exercícios conseguem atingir e manter altas intensidades de exercícios, já que elas só precisam manter esse padrão por curtos períodos.

No entanto, é um treino que tem algumas desvantagens, pois:

  • Pode favorecer lesões musculares quando praticados por pessoas sem fortalecimento de seus músculos e sem orientação especializada;
  • Requer um bom aquecimento e uma boa preparação física;
  • É indicado apenas para quem busca emagrecimento.

Para quem o HIIT é indicado

O HIIT é um exercício indicado para qualquer pessoa que almeja perda de peso, pois gasta muitas calorias em um curto período de tempo e também aumenta o gasto calórico do organismo nas 24 horas seguintes ao treino.

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Tendinite é o mesmo que tendinopatia?

Muitas pessoas têm dúvida sobre tendinite e tendinopatia. Normalmente a pergunta mais frequente é se os dois são a mesma coisa. Vamos por partes.

O que são tendões

Os tendões do corpo humano são faixas de tecido conjuntivo compostas por colágeno em sua maior parte, com baixo suprimento sanguíneo e difícil cicatrização, que fazem a conexão entre os músculos e os ossos, responsáveis pelo movimento de nossos membros. A conexão tendão-osso recebe o nome de entésio, e as doenças que afetam esta região são denominadas de entesopatias.

O tendão é o componente principal do conjunto músculo-tendão-osso, sendo um tecido frequentemente acometido por um grupo de sinais e sintomas que envolvem dor crônica (mais de três semanas) com piora progressiva, inchaço, aumento de espessura, redução da mobilidade, que melhora após o aquecimento, diminuição da força de impulso, calcificações e eventualmente ruptura tendínea. Esta síndrome é chamada de tendinopatia pela literatura médica atual, ao invés de “tendinite”, termo tradicionalmente utilizado de forma errônea na prática clínica para diagnosticar a dor crônica no tendão.

Diferença entre tendinite e tendinopatia

O termo “tendinite” implica na formação de um processo inflamatório responsável pelo surgimento da dor, porém, as evidências do estudo microscópico e bioquímico do tendão apontam para a presença de uma lesão no corpo do tendão descrita como “tendinose”.

Não podemos excluir a ocorrência da inflamação durante os estágios iniciais desta doença, porém, a literatura atual reserva o termo “tendinite” para processos inflamatórios agudos envolvendo a bainha tendínea (membrana que envolve o tendão), enquanto que tendinopatia é o termo mais adequado para descrever quadros de dor crônica nos tendões, acompanhada dos sinais e sintomas já descritos anteriormente.

Principais causas

Todos os seres humanos começam a apresentar uma redução de elasticidade de seus tecidos a partir dos 25 anos de idade, porém, esta perda começa a se acentuar durante a quarta década de vida (31 a 40 anos). Portanto exercícios de alongamento realizados diariamente auxiliam na manutenção da flexibilidade do sistema músculo-esquelético e na prevenção de tendinopatias.

Diversos fatores são predisponentes a esta condição, incluindo os fatores intrínsecos (relacionados ao atleta) como alterações biomecânicas (ex.: pés cavos ou planos), desalinhamento e/ou discrepância do comprimento de membros inferiores, hipermobilidade articular e déficit de alongamento e/ou fortalecimento muscular. Os fatores extrínsecos (relacionados ao meio ambiente) envolvem erros de treinamento (aumento indevido de volume, frequência, intensidade), deficiências técnicas, uso de tênis inadequado e superfície desfavorável para a corrida.

Como é feito o diagnóstico

O diagnóstico das tendinopatias é fundamentalmente clínico, pois os exames de imagem podem detectar alterações anatômicas proporcionais às suas condições técnicas, mas que muitas vezes apresentam apenas limitada correlação com o quadro clínico do paciente.

O conceito de malhar com dor

É comum que pessoas com tendinite se exercitem com intensidade total, simplesmente ignorando a dor. Esse conceito de “malhar com dor”, embora popular, é ruim para o seu corpo. Tentar malhar com a dor da sua tendinite coloca pressão sobre o tendão, o que faz com que demore mais tempo a curar. Se você está reconstruindo uma ponte e constantemente atingindo a parte que está tentando consertar com uma marreta, vai demorar muito mais.

Em vez de malhar com dor, encontre a amplitude de movimento que lhe dá desconforto e trabalhe até essa amplitude de movimento. Por exemplo, se você tem dor no tendão na amplitude de movimento para um bíceps, comece com o peso no topo do movimento, depois abaixe até atingir a amplitude de movimento onde sente desconforto e volte a repetição fazendo parcialmente. Essa técnica pode ser adaptada a qualquer uma das partes do corpo, já que as repetições parciais podem ser executados em qualquer exercício em que você possa fazer uma repetição completa. Lembre-se de não descer (ou subir) além da amplitude de movimento em que você sente desconforto ou agitar ainda mais o tendão.

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Método Five ajuda na mobilidade articular

O Método Five é uma tecnologia de alongamento e mobilidade articular, desenvolvido na Alemanha. O método inovador é feito para tratamentos de dores causadas por má postura, tensão e retração muscular. Este método tem crescido muito no Brasil nos últimos anos, já que em uma aula, de 45 minutos a 1h, é possível cuidar de dores e traz resultados na primeira sessão.

O Método Five melhora os movimentos que nosso corpo não está acostumado a fazer como, por exemplo, a flexão do tronco, hiperextensão da coluna. Sempre contrário ao pilates, forçando todas as cadeias, tanto anterior quanto exterior. Cada caso é único e será trabalhado de uma maneira diferente.

As aulas são feitas em aparelhos específicos. E seu princípio é justamente agir sobre as tensões e encurtamentos musculares causados pela má postura do dia a dia, trazendo a mobilidade e flexibilidade através do alívio da dor. Além do ganho rápido da mobilidade, ele pode atuar como um pilar de força e resistência, auxiliando no treinamento do aluno.

O método vem se popularizando no Brasil, porém, sua prática deve ser feita com acompanhamento de um especialista, como instrutor ou fisioterapeuta. Qualquer pessoa, criança, adulto ou idoso pode se beneficiar. Só há contra indicação para pessoas que têm artrodese de coluna, prótese de quadril e joelho. Gestantes também podem fazer, porém, com alguns cuidados, explica Império. Para melhor aproveitamento da aula, o aluno pode contar ainda com atividades auxiliares, como pilates e musculação que potencializam o resultado do Five.

O acompanhamento de um profissional é muito importante para que o aluno tenha total assistência no uso dos aparelhos ou nas posturas para os exercícios. Pode também pode ser uma ótima forma para melhorar pré e pós treino.

Conheça os principais benefícios do método

– Alivia dores nas costas, articulações e musculares;
– Promove força muscular e melhora tensões dos joelhos, tornozelos e pés;
– Alivia dores de cabeça;
– Melhora a postura e a flexibilidade;
– Promove o relaxamento de tensões musculares.
– Dores nas costas

Musculação para fortalecer o cérebro dos idosos

Estudo finlandês indica que treinos de força favorecem as funções cognitivas após os 60 anos

Não é só para evitar lesões e facilitar as tarefas do dia a dia que recorremos à musculação. De acordo com um estudo publicado no periódico científico European Geriatric Medicine, a academia pode contribuir para a melhora da memória, da atenção e de outras funções cognitivas na terceira idade.

Os pesquisadores, vinculados à Universidade da Finlândia Oriental, submeteram 338 pessoas com mais de 60 anos a uma bateria de exames neuropsicológicos. Quem se saiu melhor? Aqueles que, antes da prova, apresentaram maior potência muscular em uma sequência de exercícios.

Para ser mais específico, a força dos voluntários foi colocada à prova em um circuito fitness que trabalhava, isoladamente, os punhos e os membros superiores e inferiores. O curioso é que, só ao considerar os três resultados juntos, foi possível relacionar o desempenho físico a um cérebro mais ativo. Geralmente, apenas os exercícios de punho são utilizados nesse tipo de avaliação.

Para o time de cientistas que conduziu o trabalho, isso mostra que o treino dos idosos precisa ser mais abrangente, englobando todos os grupos musculares, para conferir benefícios mais significativos.

Portanto, mexer o esqueleto ajuda a prevenir e tratar doenças. Ainda assim, 62,7% das pessoas acima de 60 anos são sedentárias no Brasil. Qual a razão disso? Uma pesquisa do Hospital das Clínicas de São Paulo com 172 voluntários – dos quais 60 não praticavam atividade alguma – investigou as justificativas associadas à inércia. Confira os resultados (a maioria deles pode ser revertida):

Dor – 20%
Ela pode surgir devido à própria falta de exercício. Mas muitas vezes é fruto de certas condições, a exemplo da artrose, que lesa a cartilagem e a junta. Porém, até nesses casos um treino guiado ajuda a amenizar o incômodo, já que fortalece a musculatura.

Problemas de saúde – 20%
Não são muitas as disfunções que exigem o fim dos exercícios. Na presença de algumas doenças, como a fibromialgia, mexer o corpo funciona, na verdade, como um belo remédio. O recado é: se o médico autorizar, não tem por que ficar parado.

Falta de tempo – 13,3%
A maturidade é lembrada por ser a fase em que a aposentadoria chega e o ritmo desacelera. Aproveitar a vida sem a correria e o estresse do trabalho é, portanto, uma das vantagens desse período. Não deixe o dia a dia ser tomado por hábitos ruins.

Medo de acidente – 10%
Quedas são mais frequentes entre idosos – 30% deles caem ao menos uma vez por ano no Brasil. Não admira, assim, que esse receio apareça na hora de fazer exercícios. Por essas e outras, a supervisão de um profissional é indispensável.

Preguiça – 6,6%
Isso é fácil de resolver, certo? Para deixar a moleza de lado, comece devagar. Exercitar-se melhora até o desempenho cognitivo. E tarefas diárias, como cuidar da casa, ficam mais fáceis.

Falta de companhia – 3,3%
Frequentar lugares que oferecem atividades físicas é uma ótima forma de socializar, interagir e conhecer pessoas novas. Se ninguém puder acompanhar, por que não fazer amizades por lá mesmo?

Contraindicação médica – 3,3%
O doutor desaconselhou a prática de exercícios? Então não tem jeito. É preciso seguir as orientações e achar outras formas de se manter saudável. Apostar em uma dieta balanceada é uma das principais recomendações.

No Santé temos profissionais treinados. Visite uma de nossas unidades – Jardim Oceânico ou Freguesia – e conheça todos os treinamentos e àquele q vai se encaixar no seu ritmo e biofisico.

Treinamento funcional: os benefícios e quem pode fazer

A ideia por trás do treinamento funcional é que cada exercício deve ser mais natural e transitar para a vida diária. Exercícios de treinamento funcional tendem a ativar mais músculos e, portanto, consomem mais energia.

A atividade se baseia nos movimentos naturais do corpo, como pular, correr, puxar, agachar, girar e empurrar. Por conta da quantidade infinita de exercícios e possibilidades, costuma ser mais motivador que a musculação.

Como complementos, nos treinos funcionais você pode usar itens como elásticos, cordas, bolas e hastes. A ideia é focar no aumento da massa muscular, mas sim aprimorar o condicionamento físico e aumentar a força e a resistência do corpo.

Principais benefícios do treinamento funcional

  • Aumenta a força muscular;
  • Melhora o equilíbrio estático e dinâmico;
  • Desenvolve condicionamento, resistência e agilidade;
  • Desenvolve a percepção dos movimentos;
  • Acelera o metabolismo e queima gordura;
  • Correção da má postura e desequilíbrios musculares;
  • Aumento da estabilidade da região core (saúde da coluna vertebral);
  • Alivia o estresse;
  • Melhora as estruturas afetadas por lesão no processo de reabilitação.

Quem pode praticar treinamento funcional

Essa modalidade continua conquistando cada vez mais adeptos. Pessoas que já praticam ou, ao longo da vida, já praticaram atividades físicas, certamente se adaptarão melhor a este tipo de treinamento. Já pessoas sedentárias podem sentir dificuldades para realizar os exercícios. Em qualquer um dos casos, o correto é passar por uma avaliação com um profissional para saber se está apto para a prática da atividade e o Santé possui professores e profissionais qualificados para lhe auxiliar na escolha dos exercícios e treinamentos ideais para sua idade e tipo físico.

O Treinamento Funcional aliado à Alimentação

Todos sabem que aliar alimentação balanceada e saudável com atividades físicas contribui para manter a boa forma e emagrecer. Porém, muitos não sabem a estratégia da parceria alimentação e emagrecimento, ou seja, o que comer antes e depois dos treinos.

A escolha dos alimentos e o momento certo que devem ser consumidos interferem diretamente nos resultados. Existem três etapas que ocorre em nosso corpo durante a atividade física e como a alimentação deve ser nestas etapas:

Pré-treino: devemos consumir carboidratos com proteínas pelo menos 60 minutos antes das atividades, pois quando executamos um exercício físico, o organismo procura o combustível que está mais rapidamente disponível para ser queimado e transformado em energia que é a glicose do sangue. Ela vem de alimentos com carboidratos e açúcares.

Mas não é qualquer carboidrato que devemos consumir. Dê preferência para os carboidratos complexos, pois eles são digeridos lentamente pelo organismo, ou seja, o corpo sente-se saciado por muito mais tempo. Esse processo lento fornece energia constantemente para o corpo e limita a quantidade de açúcares convertida em gorduras, além de serem mais nutritivos, esses carboidratos contém uma quantidade maior de fibras, vitaminas e minerais.

Pós-treino: é muito importante consumir a proteína, pelo menos até 30 minutos depois do treino, pois a proteína é responsável pela recuperação e regeneração das microlesões que ocorre nos músculos durante os exercícios.

Terceira etapa: durante as principais refeições consumir proteínas como ovos, carnes magras e leite desnatado para manter o índice glicêmico baixo, evitando o pico alto de insulina no organismo que é o hormônio responsável pela formação de gordura.

Consumir também frutas, legumes e verduras para repor nutrientes, enzimas e antioxidantes perdidos durante atividades físicas de alta intensidade, pois as mesmas pode provocar a formação de radicais livres, e com a reserva de nutrientes sempre em dia, podemos evitar esses danos.

A importância da atividade física contra a hipertensão


Existem diversas maneiras de controlar a pressão arterial e uma delas é adotar um estilo de vida saudável e ativo.

Os números assustam: de 20 a 30 % dos adultos são hipertensos e afeta hoje 40 milhões de brasileiros. Porém a questão mais preocupante é a resistência dos indivíduos em não alterar seus hábitos cotidianos. É essa cultura que precisa ser alterada para evitarmos milhões de mortes anuais.

Na faixa etária entre 65 e 80 anos, o mal atinge 40% dos indivíduos. Dentre os maiores de 80, metade possui pressão alta – e essa é uma das causas mais recorrentes de quadros como infarto do miocárdio, AVC, aneurisma e insuficiência cardíaca, responsáveis por um terço das mortes no Brasil.

Assim, o combate à hipertensão é prioritário. E o melhor caminho é a prevenção, eliminando os fatores de risco. São eles: tabagismo, alimentação inadequada, obesidade, colesterol e triglicérides elevados, excesso de consumo de sal e álcool, estresse e diabetes e o sedentarismo

Existem diversas maneiras de controlar a pressão arterial e uma delas é adotar um estilo de vida saudável e ativo. Manter uma alimentação balanceada, sem a ingestão de gordura saturada e sal, praticar exercícios físicos e evitar consumir bebidas alcoólicas é o primeiro passo. A prática regular de atividade física pode ajudar no tratamento para hipertensão a base de remédio ou até mesmo suspendê-lo. Os exercícios devem ser de intensidade moderada, de três a seis vezes por semana, em sessões de 30 a 60 minutos de duração.

Praticar esportes ajuda a regular o sistema nervoso simpático, responsável pelos movimentos automáticos do organismo, como o ritmo da respiração, a abertura da pupila e a pressão arterial. “Uma das funções do treinamento físico é estabilizar os estímulos do sistema nervoso. Estímulos simpáticos e parassimpáticos. O simpático fará com que o coração bata mais rápido e o parassimpático que ele bata mais devagar e mais efetivo deixando os vasos sanguíneos periféricos mais dilatados.” explica o professor e personal Rodrigo Daumerie do Santé Treinamento Funcional


Lembre-se: não deixe de verificar a sua pressão arterial, principalmente se você tem histórico familiar de pressão acima de 140/90 mmHg. Procure orientação médica para começar a se cuidar e prevenir a doença. 

Virando a moeda, fica claro que dieta saudável, atividade física regular -sempre com orientação, abandono do cigarro, redução do consumo de sal e moderação no álcool, emagrecimento e fuga do estresse são as principais medidas preventivas. Uma avaliação médica periódica completa a lista de táticas que deixam a pressão nos níveis ideais.

Todos nós somos responsáveis pela promoção da vida!

Por que o Treinamento Funcional para Gestantes é uma boa idéia?

A prática de atividades físicas traz inúmeros benefícios durante todas as fases da vida e na gestação não é uma exceção. As futuras mamães precisam estar cientes que o treinamento funcional para gestantes é uma ótima opção e traz diversos benefícios.

Necessidades Especiais da Gestante

Treinamento funcional para gestantes é completamente diferente de treinamento para outros públicos. Suas necessidades são únicas e mudam rapidamente de trimestre para trimestre. Além disso, seu corpo está passando por mudanças constantes que só elas podem entender completamente.

Apesar disso, a atividade física ainda é essencial nessa fase da vida e deve ser adotada. Estudos indicam que boa parte das gestantes brasileiras permanece sedentária. Isso acontece por uma variedade de motivos. Um dos mais comuns é a falta de orientação adequada que deixa a mulher temerosa quanto à sua saúde e do bebê.

Muitas ainda podem ter medo do exercício danificar seu corpo, mas ele fará exatamente o contrário. Praticar atividades físicas durante o período gestacional ajuda a controlar o ganho de peso e combater problemas comuns da gravidez. Alguns exemplos incluem:

  • Diabetes gestacional;
  • Dor lombar;
  • Edema;
  • Inchaço.

Ou seja, as gestantes só têm benefícios a ganhar com isso nesta fase mudanças constantes:

  • Hormonais;
  • Cardiovasculares;
  • Renais;
  • Pulmonares;
  • Gastrointestinais;
  • Das mamas;

Atividades Físicas Recomendadas para Gestantes

O mais recomendado é que gestantes pratiquem exercícios com baixo impacto e intensidade de leve a moderada. Por isso, caminhadas são bastante populares entre as futuras mães.

Gestantes saudáveis podem praticar quase qualquer atividade, contanto que treinem dentro de seus limites. O que realmente importa é que a gestante escolha uma atividade agradável.

Para garantir todos os benefícios da atividade física durante a gravidez, é preciso praticá-la ao longo de todo o processo. Então não adianta escolher algo para fazer por duas semanas e depois desistir porque cansou. A gestante deve escolher algo dinâmico e interessante que consiga manter a longo prazo.

Muitas vezes, a gestante encontra atividades físicas que serão benéficas inclusive após o parto. Obviamente, o exercício deve incluir tudo que a praticante precisa para manter a saúde e respeitar seus limites. Muitas vezes, uma simples caminhada já é o suficiente para dar ao corpo o movimento que precisa.

Mas pense bem, esse é um período bastante importante na vida da mulher e durante o qual ela precisa de ótimos cuidados. Visite umas das Unidades Santé e converse com nossos especialista. Eles poderão indicar quais treinamentos irão se ajustar a cada fase para ter uma gestação saudável para você e para o seu bebê.

A Importância dos Exercícios Físicos na Osteoporose

Muitos pensam que a osteoporose é uma doença exclusiva de pessoas idosas. Enganam-se!
Trata-se de uma doença osteometabólica, uma vez que a saúde óssea depende de hormônios como calcitonina, vitamina D e paratormônio que regulam o metabolismo do cálcio. Sendo assim, qualquer pessoa que tenha algum distúrbio no metabolismo ósseo pode vir a desenvolver fragilidade óssea.

A osteoporose é uma doença degenerativa que confere a seus portadores a condição de fragilidade de sua estrutura óssea. A doença está associada à diminuição de massa óssea e é a grande responsável pela alta incidência de fraturas em mulheres na fase pós-menopausa e nos idosos de ambos os sexos.

A Osteoporose é responsável por 1,3 milhões de fraturas por ano nos Estados Unidos, sendo 300.000 de quadril, 500.000 vertebrais, 200.000 de punho e 250.000 de colo do fêmur, que são as mais graves e fatais em 12-20% dos casos.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, cerca de 40% das mulheres terão pelo menos uma fratura vertebral até os 80 anos; 15% das mulheres brancas terão uma fratura de quadril ao longo de suas vidas e 15% das mulheres brancas terão uma fratura de punho aos 50 anos ou mais.

O aumento da incidência da osteoporose parece ser proporcional ao envelhecimento da população e ao aumento da esperança de vida. Considerada hoje um problema de saúde pública no Brasil e no mundo, a osteoporose tem sido tema de vários estudos com o intuito de se encontrar a melhor solução para o problema.

Até o momento, a melhor forma de se evitar as complicações decorrentes da osteoporose é o diagnóstico precoce da perda de massa óssea. Inúmeros estudos têm demonstrado que quanto mais cedo for identificada e tratada, melhores serão os resultados a longo prazo no que diz respeito ao bloqueio do processo ou a um eventual ganho de massa óssea.

Atualmente o tratamento para a Osteoporose tem característica multifatorial, ou seja, a terapia contra a doença engloba uma combinação de fatores como suplementação de cálcio, terapia hormonal, vitamina D, medicação para melhor absorção do cálcio, além da prevenção contra traumatismos e quedas e, naturalmente, da prática de atividades físicas.

Exercícios Físicos e a Osteoporose

Ainda há controvérsias a respeito de quais modalidades, intensidades e frequências de exercícios são mais indicadas às pessoas com osteoporose. Pois parece que todas essas variáveis influenciam diretamente nos efeitos dos exercícios sobre o osso. Contudo, parece consensual que a atividade física regular deve fazer parte dos cuidados com a prevenção e tratamento da osteoporose.

Pesquisas mostraram que para se obter o maior potencial osteogênico através dos exercícios físicos. Os programas de treinamento devem incluir as seguintes características: exercícios específicos para os músculos cujas origens ou inserções cruzem as articulações onde se pretende ganhar osso, de curta duração e alta intensidade, dinâmicos e rápidos, com estímulos em várias direções diferentes.

A formação óssea somente ocorre se o estímulo proporcionado pelos exercícios físicos ultrapassar certo limiar, sendo capaz de produzir uma situação de carga acima do habitual para aquele indivíduo. Dessa forma, um determinado exercício pode ser osteogênico para um indivíduo sedentário ou debilitado, e não promover qualquer estímulo à formação óssea em um sujeito já treinado.

Mulheres pós-menopáusicas, com baixa DMO, quando submetidas a um treinamento específico para a osteoporose conseguiram manter ou melhorar a massa óssea. Mulheres pós-menopáusicas participaram de um programa de exercícios que incluiu exercícios de impacto, alongamentos, exercícios de força muscular e equilíbrio corporal, e ao final do estudo apresentaram uma maior DMO no colo do fêmur, quando comparadas às mulheres submetidas a terapia hormonal apenas.

O ideal seria que o treinamento físico para populações de risco para osteoporose começasse com exercícios leves e lentos, respeitando o tempo necessário de adaptação neural e musculoesquelética, e evitando lesões. Contudo, na medida em que os praticantes forem adquirindo um condicionamento físico de base, um trabalho de potência muscular (força + velocidade) deverá ser proposto.

Vários estudos comprovam a importância do impacto na saúde óssea. Assim, exercícios como caminhada vigorosa, trote, saltos, pliometria, todos, se realizados em uma intensidade acima do habitual para aquele indivíduo, podem contribuir não somente para manter, mas também para melhorar a massa óssea. Para saber mais, procure uma das unidades do Santé Treinamento Funcional e se informe com os especialistas e professores quais atividades se encaixam no seu perfil.