A importância da atividade física contra a hipertensão


Existem diversas maneiras de controlar a pressão arterial e uma delas é adotar um estilo de vida saudável e ativo.

Os números assustam: de 20 a 30 % dos adultos são hipertensos e afeta hoje 40 milhões de brasileiros. Porém a questão mais preocupante é a resistência dos indivíduos em não alterar seus hábitos cotidianos. É essa cultura que precisa ser alterada para evitarmos milhões de mortes anuais.

Na faixa etária entre 65 e 80 anos, o mal atinge 40% dos indivíduos. Dentre os maiores de 80, metade possui pressão alta – e essa é uma das causas mais recorrentes de quadros como infarto do miocárdio, AVC, aneurisma e insuficiência cardíaca, responsáveis por um terço das mortes no Brasil.

Assim, o combate à hipertensão é prioritário. E o melhor caminho é a prevenção, eliminando os fatores de risco. São eles: tabagismo, alimentação inadequada, obesidade, colesterol e triglicérides elevados, excesso de consumo de sal e álcool, estresse e diabetes e o sedentarismo

Existem diversas maneiras de controlar a pressão arterial e uma delas é adotar um estilo de vida saudável e ativo. Manter uma alimentação balanceada, sem a ingestão de gordura saturada e sal, praticar exercícios físicos e evitar consumir bebidas alcoólicas é o primeiro passo. A prática regular de atividade física pode ajudar no tratamento para hipertensão a base de remédio ou até mesmo suspendê-lo. Os exercícios devem ser de intensidade moderada, de três a seis vezes por semana, em sessões de 30 a 60 minutos de duração.

Praticar esportes ajuda a regular o sistema nervoso simpático, responsável pelos movimentos automáticos do organismo, como o ritmo da respiração, a abertura da pupila e a pressão arterial. “Uma das funções do treinamento físico é estabilizar os estímulos do sistema nervoso. Estímulos simpáticos e parassimpáticos. O simpático fará com que o coração bata mais rápido e o parassimpático que ele bata mais devagar e mais efetivo deixando os vasos sanguíneos periféricos mais dilatados.” explica o professor e personal Rodrigo Daumerie do Santé Treinamento Funcional


Lembre-se: não deixe de verificar a sua pressão arterial, principalmente se você tem histórico familiar de pressão acima de 140/90 mmHg. Procure orientação médica para começar a se cuidar e prevenir a doença. 

Virando a moeda, fica claro que dieta saudável, atividade física regular -sempre com orientação, abandono do cigarro, redução do consumo de sal e moderação no álcool, emagrecimento e fuga do estresse são as principais medidas preventivas. Uma avaliação médica periódica completa a lista de táticas que deixam a pressão nos níveis ideais.

Todos nós somos responsáveis pela promoção da vida!

Por que o Treinamento Funcional para Gestantes é uma boa idéia?

A prática de atividades físicas traz inúmeros benefícios durante todas as fases da vida e na gestação não é uma exceção. As futuras mamães precisam estar cientes que o treinamento funcional para gestantes é uma ótima opção e traz diversos benefícios.

Necessidades Especiais da Gestante

Treinamento funcional para gestantes é completamente diferente de treinamento para outros públicos. Suas necessidades são únicas e mudam rapidamente de trimestre para trimestre. Além disso, seu corpo está passando por mudanças constantes que só elas podem entender completamente.

Apesar disso, a atividade física ainda é essencial nessa fase da vida e deve ser adotada. Estudos indicam que boa parte das gestantes brasileiras permanece sedentária. Isso acontece por uma variedade de motivos. Um dos mais comuns é a falta de orientação adequada que deixa a mulher temerosa quanto à sua saúde e do bebê.

Muitas ainda podem ter medo do exercício danificar seu corpo, mas ele fará exatamente o contrário. Praticar atividades físicas durante o período gestacional ajuda a controlar o ganho de peso e combater problemas comuns da gravidez. Alguns exemplos incluem:

  • Diabetes gestacional;
  • Dor lombar;
  • Edema;
  • Inchaço.

Ou seja, as gestantes só têm benefícios a ganhar com isso nesta fase mudanças constantes:

  • Hormonais;
  • Cardiovasculares;
  • Renais;
  • Pulmonares;
  • Gastrointestinais;
  • Das mamas;

Atividades Físicas Recomendadas para Gestantes

O mais recomendado é que gestantes pratiquem exercícios com baixo impacto e intensidade de leve a moderada. Por isso, caminhadas são bastante populares entre as futuras mães.

Gestantes saudáveis podem praticar quase qualquer atividade, contanto que treinem dentro de seus limites. O que realmente importa é que a gestante escolha uma atividade agradável.

Para garantir todos os benefícios da atividade física durante a gravidez, é preciso praticá-la ao longo de todo o processo. Então não adianta escolher algo para fazer por duas semanas e depois desistir porque cansou. A gestante deve escolher algo dinâmico e interessante que consiga manter a longo prazo.

Muitas vezes, a gestante encontra atividades físicas que serão benéficas inclusive após o parto. Obviamente, o exercício deve incluir tudo que a praticante precisa para manter a saúde e respeitar seus limites. Muitas vezes, uma simples caminhada já é o suficiente para dar ao corpo o movimento que precisa.

Mas pense bem, esse é um período bastante importante na vida da mulher e durante o qual ela precisa de ótimos cuidados. Visite umas das Unidades Santé e converse com nossos especialista. Eles poderão indicar quais treinamentos irão se ajustar a cada fase para ter uma gestação saudável para você e para o seu bebê.

A Importância dos Exercícios Físicos na Osteoporose

Muitos pensam que a osteoporose é uma doença exclusiva de pessoas idosas. Enganam-se!
Trata-se de uma doença osteometabólica, uma vez que a saúde óssea depende de hormônios como calcitonina, vitamina D e paratormônio que regulam o metabolismo do cálcio. Sendo assim, qualquer pessoa que tenha algum distúrbio no metabolismo ósseo pode vir a desenvolver fragilidade óssea.

A osteoporose é uma doença degenerativa que confere a seus portadores a condição de fragilidade de sua estrutura óssea. A doença está associada à diminuição de massa óssea e é a grande responsável pela alta incidência de fraturas em mulheres na fase pós-menopausa e nos idosos de ambos os sexos.

A Osteoporose é responsável por 1,3 milhões de fraturas por ano nos Estados Unidos, sendo 300.000 de quadril, 500.000 vertebrais, 200.000 de punho e 250.000 de colo do fêmur, que são as mais graves e fatais em 12-20% dos casos.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, cerca de 40% das mulheres terão pelo menos uma fratura vertebral até os 80 anos; 15% das mulheres brancas terão uma fratura de quadril ao longo de suas vidas e 15% das mulheres brancas terão uma fratura de punho aos 50 anos ou mais.

O aumento da incidência da osteoporose parece ser proporcional ao envelhecimento da população e ao aumento da esperança de vida. Considerada hoje um problema de saúde pública no Brasil e no mundo, a osteoporose tem sido tema de vários estudos com o intuito de se encontrar a melhor solução para o problema.

Até o momento, a melhor forma de se evitar as complicações decorrentes da osteoporose é o diagnóstico precoce da perda de massa óssea. Inúmeros estudos têm demonstrado que quanto mais cedo for identificada e tratada, melhores serão os resultados a longo prazo no que diz respeito ao bloqueio do processo ou a um eventual ganho de massa óssea.

Atualmente o tratamento para a Osteoporose tem característica multifatorial, ou seja, a terapia contra a doença engloba uma combinação de fatores como suplementação de cálcio, terapia hormonal, vitamina D, medicação para melhor absorção do cálcio, além da prevenção contra traumatismos e quedas e, naturalmente, da prática de atividades físicas.

Exercícios Físicos e a Osteoporose

Ainda há controvérsias a respeito de quais modalidades, intensidades e frequências de exercícios são mais indicadas às pessoas com osteoporose. Pois parece que todas essas variáveis influenciam diretamente nos efeitos dos exercícios sobre o osso. Contudo, parece consensual que a atividade física regular deve fazer parte dos cuidados com a prevenção e tratamento da osteoporose.

Pesquisas mostraram que para se obter o maior potencial osteogênico através dos exercícios físicos. Os programas de treinamento devem incluir as seguintes características: exercícios específicos para os músculos cujas origens ou inserções cruzem as articulações onde se pretende ganhar osso, de curta duração e alta intensidade, dinâmicos e rápidos, com estímulos em várias direções diferentes.

A formação óssea somente ocorre se o estímulo proporcionado pelos exercícios físicos ultrapassar certo limiar, sendo capaz de produzir uma situação de carga acima do habitual para aquele indivíduo. Dessa forma, um determinado exercício pode ser osteogênico para um indivíduo sedentário ou debilitado, e não promover qualquer estímulo à formação óssea em um sujeito já treinado.

Mulheres pós-menopáusicas, com baixa DMO, quando submetidas a um treinamento específico para a osteoporose conseguiram manter ou melhorar a massa óssea. Mulheres pós-menopáusicas participaram de um programa de exercícios que incluiu exercícios de impacto, alongamentos, exercícios de força muscular e equilíbrio corporal, e ao final do estudo apresentaram uma maior DMO no colo do fêmur, quando comparadas às mulheres submetidas a terapia hormonal apenas.

O ideal seria que o treinamento físico para populações de risco para osteoporose começasse com exercícios leves e lentos, respeitando o tempo necessário de adaptação neural e musculoesquelética, e evitando lesões. Contudo, na medida em que os praticantes forem adquirindo um condicionamento físico de base, um trabalho de potência muscular (força + velocidade) deverá ser proposto.

Vários estudos comprovam a importância do impacto na saúde óssea. Assim, exercícios como caminhada vigorosa, trote, saltos, pliometria, todos, se realizados em uma intensidade acima do habitual para aquele indivíduo, podem contribuir não somente para manter, mas também para melhorar a massa óssea. Para saber mais, procure uma das unidades do Santé Treinamento Funcional e se informe com os especialistas e professores quais atividades se encaixam no seu perfil.

Exercício Físico e Menopausa.

A atividade física alivia os sintomas e previne problemas de saúde comuns no climatério. Conheça bons exercícios para realizar nesse período

Entre os 45 e 50 anos, em média, o corpo feminino vivencia a queda de dois hormônios da menopausa: o estrogênio, que regula as menstruações, promove a fixação do cálcio nos ossos e ainda está por trás das características do corpo da mulher, e a progesterona, que é quem preparava o terreno para a gravidez.

A baixa produção do estrogênio diminui a proteção cardiovascular, e a mulher fica mais suscetível a ter hipertensão arterial e outras patologias cardiovasculares, como Infarto, AVC e arteriosclerose. Também surgem as doenças ósseas como Osteoporose e Artrose além de provocar alguns efeitos colaterais, como redução do metabolismo, calores e oscilação do humor.

Como lidar com isso?

Ora, praticando atividade física. A recomendação é realizar pelo menos 30 minutos de exercícios aeróbicos por dia. “O treinamento físico controla a pressão arterial, promove mais massa óssea o que vai ser benéfico para controlar a osteopenia e a osteoporose ”, diz o personal trainer e líder no Santè, Professor Rodrigo Daumerie.

Estudos revelam que as atividades física melhoram a flexibilidade e as condições cardiovasculares e controlam os calores típicos da menopausa. Levando em conta que muitas mulheres não podem ou não querem realizar terapia hormonal como saída para controlar os sintomas da menopausa, o exercício físico é excelente para aliviar a pressão dos desconfortos.

O treinamento físico controla a pressão arterial, promove mais massa óssea o que vai ser benéfico para controlar a osteopenia e a osteoporose


Professor Rodrigo Daumerie

A prática frequente de exercícios físicos minimiza o envelhecimento arterial, diminui o risco de hipertensão, melhora o colesterol e diminui o tecido adiposo (gordura). Estudos mostram que colocar o corpo em movimento reduz em até 50% o risco de desordens mentais, como o mal de Alzheimer.

Acredita-se que o ideal seja a associação de exercícios resistidos (musculação) com exercícios de impacto para obter o benefício. Por isso, aposte duas vezes por semana na musculação e outros tipos de treinamento que estimulem a força dos músculos. Entre musculação e aeróbios, não se esqueça dos exercícios de flexibilidade e equilíbrio.

Exercício Físico e Longevidade

Os benefícios do exercício físico supervisionado para uma vida longa e com saúde são inúmeros, como o controle e prevenção de doenças degenerativas e independência funcional para as tarefas do cotidiano. Ter vida longa é o que todo mundo procura. Todos almejam retardar o envelhecimento o máximo possível, mas ao mesmo tempo ter uma boa qualidade de vida quando envelhecer.

Em 31 de março foi comemorado Dia Mundial da Saúde e para ter saúde, é indiscutível a presença da atividade física no dia-a-dia. Afinal, de nada adianta viver muito tempo sem poder se locomover facilmente por falta de condicionamento físico, ou não conseguir amarrar o próprio sapato por falta de flexibilidade, além de muitas outras coisas que uma pessoa idosa e sedentária não consegue fazer.

Aí entra em questão o fator manter-se ativo. Isto é de fundamental importância para viver bem e de forma saudável. É clara a diferença (em todos os sentidos) de uma pessoa sedentária e de uma pessoa que praticou e pratica esportes regularmente. Na grande maioria dos casos a pessoa que pratica esportes tem uma qualidade de vida muito melhor do que a sedentária.

Sabemos que o único meio de prevenir os males da inatividade é permanecer ativo, não durante um mês, mas durante toda a vida. A saúde é, na maioria das vezes, um fator que podemos controlar através da prevenção do surgimento de algumas doenças.

Verifique, a seguir, algumas vantagens que a atividade física proporciona:

  • As pessoas ativas têm vida mais intensa e apresentam mais vigor. São mais auto-confiantes, menos deprimidas e estressadas.
  • Uma pessoa ativa, tem tendência a ter o seu peso dentro da faixa normal e a mantê-lo com mais facilidade e por mais tempo do que a sedentária.
  • O ativo apresenta pressão arterial e freqüência cardíaca mais baixa do que o sedentário tanto em repouso quanto em atividade, desta forma, o ativo suporta por mais tempo o exercício enquanto o sedentário tem certas limitações cardiovasculares.
  • A pessoa ativa tem maior VO2 (volume de oxigênio pulmonar) e suporta atividades de longa duração com mais facilidade no quesito respiração.A atividade física melhora a postura e a flexibilidade, fundamental para as atividades do dia-a-dia.
  • A atividade física também ajuda a combater os maus hábitos como o fumo, por exemplo.
  • O indivíduo ativo possui maior resistência às doenças.

Na ausência de exercícios físicos diários, o corpo se torna depósito de tensões acumuladas e, sem canais naturais de saída para essas tensões, os músculos tornam-se fracos e tensos. O ideal é praticar atividade física durante toda vida, mas, independentemente disto, é possível recuperar uma existência mais saudável e gratificante em qualquer idade.

Algumas atividades são muito importantes como a musculação, os exercícios aeróbios e os alongamentos. Mas se você não gosta de alguma destas atividades, faça aquela que você sinta prazer, caso contrário esta não será duradoura.

Invista no seu bem estar, clique no link e Faça uma aula experimental numa das nossas unidades: https://bit.ly/2TyU5G8

O que é Lombalgia?

A lombalgia pode ser definida como uma dor na região lombar, ou seja, na região mais baixa da coluna perto da bacia. É também conhecida como “lumbago”, “dor nas costas”, “dor nos rins” ou “dor nos quartos”.

A dor pode se estender para a região das nádegas, face posterior das coxas mas não muito além do joelho, sem comprometer um trajeto de nervo específico.

Um por cento dos pacientes com lombalgia aguda tem ciática, que é definida como dor irradiada para o território de uma raiz nervosa lombar, frequentemente acompanhada de sintomas como dificuldade para andar e formigamento.

É um problema muito prevalente e pode ser causa de incapacidade. Mais de 90% da população mundial sofre episódio de dor lombar em algum momento da vida e a lombalgia é a segunda causa mais frequente de procura pelos serviços médicos.

Tipos

As lombalgias podem ser classificadas quanto a duração em agudas e crônicas.

Hérnia de Disco

Agudas quando apresentam duração de quatro a seis semanas e crônicas quando a duração é maior do que 12 semanas. Cerca de 65-90% dos adultos sofrerão um episódio de lombalgia aguda ao longo da vida, com pico de incidência ocorrendo entre os 35-55 anos de idade

As lombalgias agudas não estão relacionadas a nenhum fator definido e geralmente ocorrem após um esforço físico excessivo levando o paciente a sentir uma sensação de “travar a coluna”.

Cerca de 90% dos pacientes com dor lombar aguda apresentam melhora da dor em 4 semanas e apenas 2-7% evoluirão para sua forma crônica.

A dor crônica ocorre em qualquer idade e em aproximadamente 75-85% dos pacientes que se afastam do trabalho ela se torna recorrente

Fatores de risco

Os principais fatores de risco que podem desencadear a lombalgia são, principalmente, torções musculares, ocasionadas por sobrecarga excessiva, ao levantar mais peso do que a pessoa consegue na academia, por exemplo, ao carregar muito peso, empurrando armários, enfim, atividades corriqueiras que causem sobrecarga nas articulações da coluna e das vértebras.

Causas

Má postura para sentar, uma das causas da Lombalgia.

Frequentemente, o problema é postural, isto é, causado por uma má posição para sentar, se deitar, se abaixar no chão ou carregar algum objeto pesado. Outras vezes, a lombalgia pode ser causada por inflamação, infecção, hérnia de disco, escorregamento de vértebra, artrose (processo degenerativo de uma articulação) e até problemas emocionais.

Sintomas de Lombalgia

Os sintomas da lombalgia são dores localizadas abaixo da décima segunda costela até a prega do glúteo, definida como a região lombar. As dores podem, ainda, irradiar para o meio da coxa.

Prevenção

Muitos fatores são importantes para evitar que uma lombalgia aguda se torne crônica. A correção postural, principalmente na maneira de se sentar no trabalho e na escola é essencial. Na fase aguda, a ginástica é importante. Quando fizer exercício com pesos na ginástica, proteja a coluna deitando ou sentando com apoio nas costas. Sempre evitar carregar peso. Não permanecer curvado por muito tempo. Quando se abaixar no chão, dobrar os joelhos e não dobrar a coluna. Para outros esclarecimentos, consulte o seu médico ortopedista.

Tratamento de Lombalgia

Método Five

Nem todos os casos de Lombalgia – hernia de disco – têm de ser operados. Quase todos regridem com repouso relativo, fisioterapia, hidroterapia, academia terapêutica, Pilates, Método Five, acupuntura e outras medidas não medicamentosas sem que haja necessidade de cirurgia.

Assim, a hérnia murcha e deixa de comprimir estruturas importantes, como os nervos. O tratamento cirúrgico está indicado apenas nos 10% dos casos em que a crise não passa entre três a seis semanas, em pacientes que têm crises repetidas em um curto espaço de tempo ou quando existem alterações esfincterianas (perda de controle para urinar e defecar).

Enquanto, no adulto, a maioria das lombalgias tem causas e tratamentos simples, a dor lombar no adolescente é incomum e com causas que devem ser investigadas cuidadosamente pelo médico reumatologista para afastar causas secundárias como doenças inflamatórias, como espondilite anquilosante.

Convivendo/ Prognóstico

Praticar atividade física regularmente, manter uma alimentação saudável, evitar sobrepeso. No Santé temos uma equipe de fisioterapeutas e professores que podem avaliar a condição do alunos e indicar a melhor terapia para ajuda no tratamento da Lombalgia.


Dicas para recuperar a massa muscular

Alimentação inadequada, períodos sem treino e desequilíbrios hormonais podem diminuir a quantidade de massa magra no corpo. A boa notícia é que adotando as medidas certas, essa massa pode ser recuperada. Mais do que isso, ela pode aumentar em um curto período.

Quer saber como recuperar a massa magra perdida? Então continue lendo o nosso artigo e descubra!

ADOTE UMA ALIMENTAÇÃO RICA E BALANCEADA

Para quem deseja ter a massa magra de volta, é extremamente importante que haja a ingestão adequada de calorias, além de uma dieta rica em proteínas, gorduras boas e carboidratos do bem. Nesse caso, ótimas opções são as barras proteicas, as omeletes de clara, o frango, o atum, a aveia, as frutas cítricas, a batata-doce, o azeite de oliva, a banana e o macarrão integral. Esses alimentos são ricos em vitaminas, enzimas e aminoácidos essenciais para a reconstrução muscular.

PRATIQUE EXERCÍCIOS FÍSICOS COM REGULARIDADE

Para definir o corpo, reduzir o percentual de gordura e ganhar massa magra, é essencial que a pessoa faça os exercícios adequados para o seu biótipo e suas condições físicas. As atividades de musculação são sempre as mais indicadas para esse fim e o ideal é que o trabalho muscular não seja realizado depois de exercícios aeróbicos, mas sim antes deles. Vale destacar que o tipo, a duração, a intensidade e a frequência do treino podem determinar o ganho de massa magra. E nisso o Santé tem ótimos profissionais que podem lhe auxiliar.

UTILIZE SUPLEMENTAÇÃO

Suplementos como Whey Protein podem ser usados para atingir diferentes metas, inclusive, para recuperar a massa perdida. Porém, esse tipo de suplemento não deve ser tomado de forma abusiva e aleatória. Pelo contrário! Ele demanda uma orientação nutricional adequada, a fim de tornar o consumo mais seguro e eficaz. Portanto consulte uma nutricionista antes de usar suplementos.

HIDRATE-SE, HIDRATE-SE, HIDRATE-SE!

O corpo bem hidratado trabalha muito melhor e apresenta uma performance mais satisfatória nos treinos. A hidratação ajuda a eliminar a sensação de inchaço, diminui a retenção de líquidos, equilibra o organismo e melhora o desempenho durante a musculação.

RESPEITE O TEMPO DE DESCANSO DOS MÚSCULOS

Por mais que as atividades físicas devam ser feitas com regularidade, o mesmo grupo muscular não deve ser trabalhado por dois dias consecutivos. Isso pode causar microlesões musculares e atrapalhar nos resultados. É importante respeitar o tempo de descanso e alternar os exercícios. Por exemplo, se você trabalhar pernas em um dia, trabalhe os braços no outro.

OUTROS MÉTODOS PARA MELHORAR O GANHO DE MASSA MAGRA

  • Vá para a academia pelo menos três vezes por semana;
  • Procure ter uma boa qualidade de sono, pois isso é determinante para a recuperação muscular;
  • Até conquistar seu objetivo de recuperação de massa magra, modere nos exercícios aeróbicos;
  • Quando atingir sua meta, não deixe de se exercitar;

Apesar de essas dicas serem cientificamente fundamentadas, elas não substituem a orientação profissional. O Santé possui uma equipe que poderá lhe ajudar a traçar estratégias para recuperar a massa magra perdida.

Diferença do Método Five e do Pilates?

São duas atividades diferentes que se complementam. O Método Five acrescenta o relaxamento e a liberação dos músculos ao treinamento físico.

O Pilates é outra parte importante do treinamento físico, focado na melhora do movimento controlado. Essa técnica usa os músculos internos do abdômen, importante para o fortalecimento e a consciência corporal.

Desenvolvido por Lutz Kruger e baseado no princípio do Biokinematik, o Método Five busca com o alongamento e a mobilidade articular trabalhar movimentos contrários à nossa postura habitual, treinando o corpo para exercícios que somos capazes, porém não estamos acostumados.

É importante entender que o Método Five não é um conjunto de aparelhos, e sim um novo conceito para trabalhar o corpo, voltado para a melhora do movimento através do prolongamento das cadeias musculares.

O intuito do método é levar sempre a postura para trás, corrigindo assim a má tendência que temos no nosso dia a dia de forçar a coluna erroneamente. O Método Five age preventivamente, fortalecendo o sistema muscular e aliviando dores no sistema locomotor.


Diferente do Pilates, o Método Five não utiliza a contração do abdômen, mas movimentos naturais de alongamento que melhoram o posicionamento corporal, trabalhando a postura e melhorando as dores. Os exercícios visam ao prolongamento das cadeias musculares, minimizando a tensão abdominal.

O Método Five também é muito bem aplicado na finalização dos treinos, atuando como pilar de força e resistência, por isso faz parte dos treinamentos oferecidos pelo Santé Treinamento Funcional.

Veja aqui alguns casos específicos em que o Método Five auxilia na melhora:

  • Dores nas costas
  • LER (Lesão por Esforço Repetitivo)
  • Disfunções osteo miofasciais
  • Encurtamento de cadeias musculares
  • Fraqueza muscular
  • Hipercifose
  • Hiperlordose
  • Escolioses
  • Hérnias de disco

Marque uma aula e descubra você também os benefícios do Método Five no Santé Unidade Jardim Oceânico ou Unidade Freguesia.

Treinamento Funcional: O que é? Para que serve?

Um programa de exercícios que deixa o individuo melhor preparado para desempenhar tarefas da vida diária! 
Esta seria a maneira mais simples e resumida, de descrever o que é treinamento funcional.

Sabe-se que o treinamento funcional está amparado na proposta de melhoria de aspectos neurológicos que conduzem a capacidade funcional do corpo humano, empregando exercícios que estimulem os diferentes componentes do sistema nervoso, gerando, dessa forma, sua adaptação.
Técnica esportiva que existe desde 1911, no principio a base do treinamento funcional era a mesma do powerlifting. Utilizando movimentos de levantamento terra, considerado um exercício chave para
fortalecimento da massa muscular, além de se tratarem de exercícios multiarticulares promoviam bastantes benefícios e ganho de força, deixando o praticante mais funcional.

Mais tarde o treinamento funcional passou a ser bastante usado pelos profissionais da área de fisioterapia, já que estes exercícios simulavam o que os pacientes faziam no seu dia-a-dia no decorrer da terapia, permitindo, assim, um breve retorno à sua vida normal, as suas funções habituais após uma lesão ou cirurgia e focando em itens básicos para a saúde do paciente, como :

  • Aprimoramento da postura;
  • Controle neuromuscular e Estabilização;
  • Amplitude de movimento;
  • Melhora de estabilidade articular;
  • entre outros.

Fundamentado no sucesso obtido na sua aplicação na reabilitação que o programa de treinamento funcional passou a ser empregado em programas de condicionamento físico, desempenho atlético, bem como para minimizar possíveis lesões.

Basicamente, estes programas são realizados com exercícios de calistenia, alongamento e também com acessórios que geram algum tipo de instabilidade, sendo os mais famosos o kettlebell (foto), o bosu e a fitball.

Devido aos resultados positivos, as técnicas foram levadas ao treinamento de pessoas saudáveis, com o intuito deixá-las mais funcionais também.

Caso você tenha interesse em saber mais sobre Treinamento Funcional, visite uma de nossas unidades (Freguesia e Jardim Oceânico), ou marque uma aula-treino pelos telefones:
WhatsApp: (21) 99174-8850 e (21) 97515-1613.

O que é HIIT?

Entenda como ele pode te ajudar a queimar gordura e seus benefícios.

Muito se fala do HIIT e que ele é ótimo para o emagrecimento. E isso é verdade. Vejamos o porquê.

Vamos começar definindo o que é HIIT: High Intensity Interval Training, ou “Treino Intervalado de Alta Intensidade”. É importante dizer que esse trabalho nada mais é do que o treinamento intervalado que sempre falamos a respeito. A diferença é o nome em inglês, que faz com que pareça muito mais interessante.
Por treinamento intervalado entende-se o trabalho em que alterna-se a realização de exercícios em alta intensidade com intervalos para descanso.
Além disso, o HIIT é uma técnica de treinamento para exercícios aeróbicos especificamente.

POR QUE FUNCIONA?

Durante muitos anos, para se perder gordura era preconizado que os exercícios fossem realizados em uma determinada frequência cardíaca por um determinado período de tempo. Tudo isso baseado no argumento de que o principal combustível para o exercício era a gordura.
Mas atualmente sabemos, por meio de diversas pesquisas científicas, que o exercício intervalado ajuda mais no metabolismo de gordura (perda de peso) do que o exercício contínuo, mesmo utilizando mais glicose (carboidrato) como combustível.

Mas, porquê? A explicação está na intensidade!
Devido a maior intensidade, o treino vai aumentar o seu consumo de oxigênio pós exercício, propiciando assim um “aumento” do metabolismo que vai durar aproximadamente 24 horas (vai depender da intensidade e duração do treino). Portanto, o indivíduo gasta mais carboidrato durante o exercício, mas vai metabolizar mais gordura durante o descanso, segundo esse estudo.
Essa outra pesquisa também chegou ao resultado de que o exercício intervalado é mais eficaz na redução de gordura corporal.
Outro ponto interessante é que esse tipo de trabalho parece receber melhor aceitação por parte das pessoas. Apesar de poder soar bem estranha essa última afirmação, esse terceiro estudo demonstrou que indivíduos sedentários se mostram tão propensos a realizar um exercício intermitente de alta intensidade quanto um contínuo de baixa intensidade, e que preferiam um HIIT a um exercício de alta intensidade e contínuo.
Apesar de ser discutível e certamente variar de pessoa para pessoa, esses resultados demonstram que o exercício intervalado oferece melhores resultados para o objetivo de emagrecimento e possui boa aceitação por parte das pessoas, inclusive dos sedentários.

MELHORA DE PERFORMANCE

Quando falamos de melhora na performance, acredito que o estudo mais famoso provando que o exercício de alta intensidade é efetivo é o realizado por pesquisadores japoneses que ficou conhecido pelo nome do primeiro autor: Tabata. Por ter se tornado de conhecimento geral, essa pesquisa se virou até um método – o “método Tabata” – e muitas vezes é propagado de maneira incorreta.
Nesse artigo os pesquisadores trabalham com treinamento intervalado de alta intensidade (20 segundos de esforço máximo por 10 segundos de descanso por 4 minutos) e um treinamento contínuo (60 minutos de trabalho com 70% do VO2 máximo), e observam que o treinamento intervalo propicia melhora tanto na questão anaeróbio quanto aeróbia, enquanto o trabalho contínuo só melhora a questão.
Além de mostrar como a aplicação de protocolos intervalados tem um efeito maior sobre as capacidade aeróbias e anaeróbias, a pesquisa também nos mostra que é possível obter melhores resultados em um menor tempo de esforço (4 minutos x 60 minutos).

COMO COMEÇAR

É importante dizer que, apesar da sigla em inglês significar “Treinamento Intervalado de Alta Intensidade”, você deve começar a trabalhar com exercícios intervalados de baixa-média intensidade. Com o tempo você vai aumentando para começar a realizar um trabalho HIIT.

Por exemplo:

EsforçoDescanso
1 minuto correndo com 50% da Fc máx1 minuto andando
1 minuto correndo com 60% da Fc máx1 minuto andando
1 minuto correndo com 70% da Fc máx1 minuto andando
1 minuto correndo com 80% da Fc máx1 minuto andando

Esse protocolo passa de uma intensidade baixa até uma intensidade moderada, e começa a adaptar seu sistema aos esforços intervalados. O período para se trocar de esforço vai depender de sua evolução. Esse é só um exemplo que pode e deve ser aplicado em outras categorias de exercícios.
Por fim, lembre-se que antes de iniciar qualquer treinamento é importante procurar um médico para saber se está tudo bem com sua saúde. Principalmente os treinamentos de alta intensidade.