Tendinite é o mesmo que tendinopatia?

Muitas pessoas têm dúvida sobre tendinite e tendinopatia. Normalmente a pergunta mais frequente é se os dois são a mesma coisa. Vamos por partes.

O que são tendões

Os tendões do corpo humano são faixas de tecido conjuntivo compostas por colágeno em sua maior parte, com baixo suprimento sanguíneo e difícil cicatrização, que fazem a conexão entre os músculos e os ossos, responsáveis pelo movimento de nossos membros. A conexão tendão-osso recebe o nome de entésio, e as doenças que afetam esta região são denominadas de entesopatias.

O tendão é o componente principal do conjunto músculo-tendão-osso, sendo um tecido frequentemente acometido por um grupo de sinais e sintomas que envolvem dor crônica (mais de três semanas) com piora progressiva, inchaço, aumento de espessura, redução da mobilidade, que melhora após o aquecimento, diminuição da força de impulso, calcificações e eventualmente ruptura tendínea. Esta síndrome é chamada de tendinopatia pela literatura médica atual, ao invés de “tendinite”, termo tradicionalmente utilizado de forma errônea na prática clínica para diagnosticar a dor crônica no tendão.

Diferença entre tendinite e tendinopatia

O termo “tendinite” implica na formação de um processo inflamatório responsável pelo surgimento da dor, porém, as evidências do estudo microscópico e bioquímico do tendão apontam para a presença de uma lesão no corpo do tendão descrita como “tendinose”.

Não podemos excluir a ocorrência da inflamação durante os estágios iniciais desta doença, porém, a literatura atual reserva o termo “tendinite” para processos inflamatórios agudos envolvendo a bainha tendínea (membrana que envolve o tendão), enquanto que tendinopatia é o termo mais adequado para descrever quadros de dor crônica nos tendões, acompanhada dos sinais e sintomas já descritos anteriormente.

Principais causas

Todos os seres humanos começam a apresentar uma redução de elasticidade de seus tecidos a partir dos 25 anos de idade, porém, esta perda começa a se acentuar durante a quarta década de vida (31 a 40 anos). Portanto exercícios de alongamento realizados diariamente auxiliam na manutenção da flexibilidade do sistema músculo-esquelético e na prevenção de tendinopatias.

Diversos fatores são predisponentes a esta condição, incluindo os fatores intrínsecos (relacionados ao atleta) como alterações biomecânicas (ex.: pés cavos ou planos), desalinhamento e/ou discrepância do comprimento de membros inferiores, hipermobilidade articular e déficit de alongamento e/ou fortalecimento muscular. Os fatores extrínsecos (relacionados ao meio ambiente) envolvem erros de treinamento (aumento indevido de volume, frequência, intensidade), deficiências técnicas, uso de tênis inadequado e superfície desfavorável para a corrida.

Como é feito o diagnóstico

O diagnóstico das tendinopatias é fundamentalmente clínico, pois os exames de imagem podem detectar alterações anatômicas proporcionais às suas condições técnicas, mas que muitas vezes apresentam apenas limitada correlação com o quadro clínico do paciente.

O conceito de malhar com dor

É comum que pessoas com tendinite se exercitem com intensidade total, simplesmente ignorando a dor. Esse conceito de “malhar com dor”, embora popular, é ruim para o seu corpo. Tentar malhar com a dor da sua tendinite coloca pressão sobre o tendão, o que faz com que demore mais tempo a curar. Se você está reconstruindo uma ponte e constantemente atingindo a parte que está tentando consertar com uma marreta, vai demorar muito mais.

Em vez de malhar com dor, encontre a amplitude de movimento que lhe dá desconforto e trabalhe até essa amplitude de movimento. Por exemplo, se você tem dor no tendão na amplitude de movimento para um bíceps, comece com o peso no topo do movimento, depois abaixe até atingir a amplitude de movimento onde sente desconforto e volte a repetição fazendo parcialmente. Essa técnica pode ser adaptada a qualquer uma das partes do corpo, já que as repetições parciais podem ser executados em qualquer exercício em que você possa fazer uma repetição completa. Lembre-se de não descer (ou subir) além da amplitude de movimento em que você sente desconforto ou agitar ainda mais o tendão.

Visite uma das Unidades do Santé e converse com nossos profissionais. Eles poderão lhe auxiliar em como continuar suas atividades físicas sem prejuízo maior ao seu problema de saúde.

Método Five ajuda na mobilidade articular

O Método Five é uma tecnologia de alongamento e mobilidade articular, desenvolvido na Alemanha. O método inovador é feito para tratamentos de dores causadas por má postura, tensão e retração muscular. Este método tem crescido muito no Brasil nos últimos anos, já que em uma aula, de 45 minutos a 1h, é possível cuidar de dores e traz resultados na primeira sessão.

O Método Five melhora os movimentos que nosso corpo não está acostumado a fazer como, por exemplo, a flexão do tronco, hiperextensão da coluna. Sempre contrário ao pilates, forçando todas as cadeias, tanto anterior quanto exterior. Cada caso é único e será trabalhado de uma maneira diferente.

As aulas são feitas em aparelhos específicos. E seu princípio é justamente agir sobre as tensões e encurtamentos musculares causados pela má postura do dia a dia, trazendo a mobilidade e flexibilidade através do alívio da dor. Além do ganho rápido da mobilidade, ele pode atuar como um pilar de força e resistência, auxiliando no treinamento do aluno.

O método vem se popularizando no Brasil, porém, sua prática deve ser feita com acompanhamento de um especialista, como instrutor ou fisioterapeuta. Qualquer pessoa, criança, adulto ou idoso pode se beneficiar. Só há contra indicação para pessoas que têm artrodese de coluna, prótese de quadril e joelho. Gestantes também podem fazer, porém, com alguns cuidados, explica Império. Para melhor aproveitamento da aula, o aluno pode contar ainda com atividades auxiliares, como pilates e musculação que potencializam o resultado do Five.

O acompanhamento de um profissional é muito importante para que o aluno tenha total assistência no uso dos aparelhos ou nas posturas para os exercícios. Pode também pode ser uma ótima forma para melhorar pré e pós treino.

Conheça os principais benefícios do método

– Alivia dores nas costas, articulações e musculares;
– Promove força muscular e melhora tensões dos joelhos, tornozelos e pés;
– Alivia dores de cabeça;
– Melhora a postura e a flexibilidade;
– Promove o relaxamento de tensões musculares.
– Dores nas costas

Musculação para fortalecer o cérebro dos idosos

Estudo finlandês indica que treinos de força favorecem as funções cognitivas após os 60 anos

Não é só para evitar lesões e facilitar as tarefas do dia a dia que recorremos à musculação. De acordo com um estudo publicado no periódico científico European Geriatric Medicine, a academia pode contribuir para a melhora da memória, da atenção e de outras funções cognitivas na terceira idade.

Os pesquisadores, vinculados à Universidade da Finlândia Oriental, submeteram 338 pessoas com mais de 60 anos a uma bateria de exames neuropsicológicos. Quem se saiu melhor? Aqueles que, antes da prova, apresentaram maior potência muscular em uma sequência de exercícios.

Para ser mais específico, a força dos voluntários foi colocada à prova em um circuito fitness que trabalhava, isoladamente, os punhos e os membros superiores e inferiores. O curioso é que, só ao considerar os três resultados juntos, foi possível relacionar o desempenho físico a um cérebro mais ativo. Geralmente, apenas os exercícios de punho são utilizados nesse tipo de avaliação.

Para o time de cientistas que conduziu o trabalho, isso mostra que o treino dos idosos precisa ser mais abrangente, englobando todos os grupos musculares, para conferir benefícios mais significativos.

Portanto, mexer o esqueleto ajuda a prevenir e tratar doenças. Ainda assim, 62,7% das pessoas acima de 60 anos são sedentárias no Brasil. Qual a razão disso? Uma pesquisa do Hospital das Clínicas de São Paulo com 172 voluntários – dos quais 60 não praticavam atividade alguma – investigou as justificativas associadas à inércia. Confira os resultados (a maioria deles pode ser revertida):

Dor – 20%
Ela pode surgir devido à própria falta de exercício. Mas muitas vezes é fruto de certas condições, a exemplo da artrose, que lesa a cartilagem e a junta. Porém, até nesses casos um treino guiado ajuda a amenizar o incômodo, já que fortalece a musculatura.

Problemas de saúde – 20%
Não são muitas as disfunções que exigem o fim dos exercícios. Na presença de algumas doenças, como a fibromialgia, mexer o corpo funciona, na verdade, como um belo remédio. O recado é: se o médico autorizar, não tem por que ficar parado.

Falta de tempo – 13,3%
A maturidade é lembrada por ser a fase em que a aposentadoria chega e o ritmo desacelera. Aproveitar a vida sem a correria e o estresse do trabalho é, portanto, uma das vantagens desse período. Não deixe o dia a dia ser tomado por hábitos ruins.

Medo de acidente – 10%
Quedas são mais frequentes entre idosos – 30% deles caem ao menos uma vez por ano no Brasil. Não admira, assim, que esse receio apareça na hora de fazer exercícios. Por essas e outras, a supervisão de um profissional é indispensável.

Preguiça – 6,6%
Isso é fácil de resolver, certo? Para deixar a moleza de lado, comece devagar. Exercitar-se melhora até o desempenho cognitivo. E tarefas diárias, como cuidar da casa, ficam mais fáceis.

Falta de companhia – 3,3%
Frequentar lugares que oferecem atividades físicas é uma ótima forma de socializar, interagir e conhecer pessoas novas. Se ninguém puder acompanhar, por que não fazer amizades por lá mesmo?

Contraindicação médica – 3,3%
O doutor desaconselhou a prática de exercícios? Então não tem jeito. É preciso seguir as orientações e achar outras formas de se manter saudável. Apostar em uma dieta balanceada é uma das principais recomendações.

No Santé temos profissionais treinados. Visite uma de nossas unidades – Jardim Oceânico ou Freguesia – e conheça todos os treinamentos e àquele q vai se encaixar no seu ritmo e biofisico.

Treinamento funcional: os benefícios e quem pode fazer

A ideia por trás do treinamento funcional é que cada exercício deve ser mais natural e transitar para a vida diária. Exercícios de treinamento funcional tendem a ativar mais músculos e, portanto, consomem mais energia.

A atividade se baseia nos movimentos naturais do corpo, como pular, correr, puxar, agachar, girar e empurrar. Por conta da quantidade infinita de exercícios e possibilidades, costuma ser mais motivador que a musculação.

Como complementos, nos treinos funcionais você pode usar itens como elásticos, cordas, bolas e hastes. A ideia é focar no aumento da massa muscular, mas sim aprimorar o condicionamento físico e aumentar a força e a resistência do corpo.

Principais benefícios do treinamento funcional

  • Aumenta a força muscular;
  • Melhora o equilíbrio estático e dinâmico;
  • Desenvolve condicionamento, resistência e agilidade;
  • Desenvolve a percepção dos movimentos;
  • Acelera o metabolismo e queima gordura;
  • Correção da má postura e desequilíbrios musculares;
  • Aumento da estabilidade da região core (saúde da coluna vertebral);
  • Alivia o estresse;
  • Melhora as estruturas afetadas por lesão no processo de reabilitação.

Quem pode praticar treinamento funcional

Essa modalidade continua conquistando cada vez mais adeptos. Pessoas que já praticam ou, ao longo da vida, já praticaram atividades físicas, certamente se adaptarão melhor a este tipo de treinamento. Já pessoas sedentárias podem sentir dificuldades para realizar os exercícios. Em qualquer um dos casos, o correto é passar por uma avaliação com um profissional para saber se está apto para a prática da atividade e o Santé possui professores e profissionais qualificados para lhe auxiliar na escolha dos exercícios e treinamentos ideais para sua idade e tipo físico.

O Treinamento Funcional aliado à Alimentação

Todos sabem que aliar alimentação balanceada e saudável com atividades físicas contribui para manter a boa forma e emagrecer. Porém, muitos não sabem a estratégia da parceria alimentação e emagrecimento, ou seja, o que comer antes e depois dos treinos.

A escolha dos alimentos e o momento certo que devem ser consumidos interferem diretamente nos resultados. Existem três etapas que ocorre em nosso corpo durante a atividade física e como a alimentação deve ser nestas etapas:

Pré-treino: devemos consumir carboidratos com proteínas pelo menos 60 minutos antes das atividades, pois quando executamos um exercício físico, o organismo procura o combustível que está mais rapidamente disponível para ser queimado e transformado em energia que é a glicose do sangue. Ela vem de alimentos com carboidratos e açúcares.

Mas não é qualquer carboidrato que devemos consumir. Dê preferência para os carboidratos complexos, pois eles são digeridos lentamente pelo organismo, ou seja, o corpo sente-se saciado por muito mais tempo. Esse processo lento fornece energia constantemente para o corpo e limita a quantidade de açúcares convertida em gorduras, além de serem mais nutritivos, esses carboidratos contém uma quantidade maior de fibras, vitaminas e minerais.

Pós-treino: é muito importante consumir a proteína, pelo menos até 30 minutos depois do treino, pois a proteína é responsável pela recuperação e regeneração das microlesões que ocorre nos músculos durante os exercícios.

Terceira etapa: durante as principais refeições consumir proteínas como ovos, carnes magras e leite desnatado para manter o índice glicêmico baixo, evitando o pico alto de insulina no organismo que é o hormônio responsável pela formação de gordura.

Consumir também frutas, legumes e verduras para repor nutrientes, enzimas e antioxidantes perdidos durante atividades físicas de alta intensidade, pois as mesmas pode provocar a formação de radicais livres, e com a reserva de nutrientes sempre em dia, podemos evitar esses danos.

A importância da atividade física contra a hipertensão


Existem diversas maneiras de controlar a pressão arterial e uma delas é adotar um estilo de vida saudável e ativo.

Os números assustam: de 20 a 30 % dos adultos são hipertensos e afeta hoje 40 milhões de brasileiros. Porém a questão mais preocupante é a resistência dos indivíduos em não alterar seus hábitos cotidianos. É essa cultura que precisa ser alterada para evitarmos milhões de mortes anuais.

Na faixa etária entre 65 e 80 anos, o mal atinge 40% dos indivíduos. Dentre os maiores de 80, metade possui pressão alta – e essa é uma das causas mais recorrentes de quadros como infarto do miocárdio, AVC, aneurisma e insuficiência cardíaca, responsáveis por um terço das mortes no Brasil.

Assim, o combate à hipertensão é prioritário. E o melhor caminho é a prevenção, eliminando os fatores de risco. São eles: tabagismo, alimentação inadequada, obesidade, colesterol e triglicérides elevados, excesso de consumo de sal e álcool, estresse e diabetes e o sedentarismo

Existem diversas maneiras de controlar a pressão arterial e uma delas é adotar um estilo de vida saudável e ativo. Manter uma alimentação balanceada, sem a ingestão de gordura saturada e sal, praticar exercícios físicos e evitar consumir bebidas alcoólicas é o primeiro passo. A prática regular de atividade física pode ajudar no tratamento para hipertensão a base de remédio ou até mesmo suspendê-lo. Os exercícios devem ser de intensidade moderada, de três a seis vezes por semana, em sessões de 30 a 60 minutos de duração.

Praticar esportes ajuda a regular o sistema nervoso simpático, responsável pelos movimentos automáticos do organismo, como o ritmo da respiração, a abertura da pupila e a pressão arterial. “Uma das funções do treinamento físico é estabilizar os estímulos do sistema nervoso. Estímulos simpáticos e parassimpáticos. O simpático fará com que o coração bata mais rápido e o parassimpático que ele bata mais devagar e mais efetivo deixando os vasos sanguíneos periféricos mais dilatados.” explica o professor e personal Rodrigo Daumerie do Santé Treinamento Funcional


Lembre-se: não deixe de verificar a sua pressão arterial, principalmente se você tem histórico familiar de pressão acima de 140/90 mmHg. Procure orientação médica para começar a se cuidar e prevenir a doença. 

Virando a moeda, fica claro que dieta saudável, atividade física regular -sempre com orientação, abandono do cigarro, redução do consumo de sal e moderação no álcool, emagrecimento e fuga do estresse são as principais medidas preventivas. Uma avaliação médica periódica completa a lista de táticas que deixam a pressão nos níveis ideais.

Todos nós somos responsáveis pela promoção da vida!

Por que o Treinamento Funcional para Gestantes é uma boa idéia?

A prática de atividades físicas traz inúmeros benefícios durante todas as fases da vida e na gestação não é uma exceção. As futuras mamães precisam estar cientes que o treinamento funcional para gestantes é uma ótima opção e traz diversos benefícios.

Necessidades Especiais da Gestante

Treinamento funcional para gestantes é completamente diferente de treinamento para outros públicos. Suas necessidades são únicas e mudam rapidamente de trimestre para trimestre. Além disso, seu corpo está passando por mudanças constantes que só elas podem entender completamente.

Apesar disso, a atividade física ainda é essencial nessa fase da vida e deve ser adotada. Estudos indicam que boa parte das gestantes brasileiras permanece sedentária. Isso acontece por uma variedade de motivos. Um dos mais comuns é a falta de orientação adequada que deixa a mulher temerosa quanto à sua saúde e do bebê.

Muitas ainda podem ter medo do exercício danificar seu corpo, mas ele fará exatamente o contrário. Praticar atividades físicas durante o período gestacional ajuda a controlar o ganho de peso e combater problemas comuns da gravidez. Alguns exemplos incluem:

  • Diabetes gestacional;
  • Dor lombar;
  • Edema;
  • Inchaço.

Ou seja, as gestantes só têm benefícios a ganhar com isso nesta fase mudanças constantes:

  • Hormonais;
  • Cardiovasculares;
  • Renais;
  • Pulmonares;
  • Gastrointestinais;
  • Das mamas;

Atividades Físicas Recomendadas para Gestantes

O mais recomendado é que gestantes pratiquem exercícios com baixo impacto e intensidade de leve a moderada. Por isso, caminhadas são bastante populares entre as futuras mães.

Gestantes saudáveis podem praticar quase qualquer atividade, contanto que treinem dentro de seus limites. O que realmente importa é que a gestante escolha uma atividade agradável.

Para garantir todos os benefícios da atividade física durante a gravidez, é preciso praticá-la ao longo de todo o processo. Então não adianta escolher algo para fazer por duas semanas e depois desistir porque cansou. A gestante deve escolher algo dinâmico e interessante que consiga manter a longo prazo.

Muitas vezes, a gestante encontra atividades físicas que serão benéficas inclusive após o parto. Obviamente, o exercício deve incluir tudo que a praticante precisa para manter a saúde e respeitar seus limites. Muitas vezes, uma simples caminhada já é o suficiente para dar ao corpo o movimento que precisa.

Mas pense bem, esse é um período bastante importante na vida da mulher e durante o qual ela precisa de ótimos cuidados. Visite umas das Unidades Santé e converse com nossos especialista. Eles poderão indicar quais treinamentos irão se ajustar a cada fase para ter uma gestação saudável para você e para o seu bebê.

A Importância dos Exercícios Físicos na Osteoporose

Muitos pensam que a osteoporose é uma doença exclusiva de pessoas idosas. Enganam-se!
Trata-se de uma doença osteometabólica, uma vez que a saúde óssea depende de hormônios como calcitonina, vitamina D e paratormônio que regulam o metabolismo do cálcio. Sendo assim, qualquer pessoa que tenha algum distúrbio no metabolismo ósseo pode vir a desenvolver fragilidade óssea.

A osteoporose é uma doença degenerativa que confere a seus portadores a condição de fragilidade de sua estrutura óssea. A doença está associada à diminuição de massa óssea e é a grande responsável pela alta incidência de fraturas em mulheres na fase pós-menopausa e nos idosos de ambos os sexos.

A Osteoporose é responsável por 1,3 milhões de fraturas por ano nos Estados Unidos, sendo 300.000 de quadril, 500.000 vertebrais, 200.000 de punho e 250.000 de colo do fêmur, que são as mais graves e fatais em 12-20% dos casos.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, cerca de 40% das mulheres terão pelo menos uma fratura vertebral até os 80 anos; 15% das mulheres brancas terão uma fratura de quadril ao longo de suas vidas e 15% das mulheres brancas terão uma fratura de punho aos 50 anos ou mais.

O aumento da incidência da osteoporose parece ser proporcional ao envelhecimento da população e ao aumento da esperança de vida. Considerada hoje um problema de saúde pública no Brasil e no mundo, a osteoporose tem sido tema de vários estudos com o intuito de se encontrar a melhor solução para o problema.

Até o momento, a melhor forma de se evitar as complicações decorrentes da osteoporose é o diagnóstico precoce da perda de massa óssea. Inúmeros estudos têm demonstrado que quanto mais cedo for identificada e tratada, melhores serão os resultados a longo prazo no que diz respeito ao bloqueio do processo ou a um eventual ganho de massa óssea.

Atualmente o tratamento para a Osteoporose tem característica multifatorial, ou seja, a terapia contra a doença engloba uma combinação de fatores como suplementação de cálcio, terapia hormonal, vitamina D, medicação para melhor absorção do cálcio, além da prevenção contra traumatismos e quedas e, naturalmente, da prática de atividades físicas.

Exercícios Físicos e a Osteoporose

Ainda há controvérsias a respeito de quais modalidades, intensidades e frequências de exercícios são mais indicadas às pessoas com osteoporose. Pois parece que todas essas variáveis influenciam diretamente nos efeitos dos exercícios sobre o osso. Contudo, parece consensual que a atividade física regular deve fazer parte dos cuidados com a prevenção e tratamento da osteoporose.

Pesquisas mostraram que para se obter o maior potencial osteogênico através dos exercícios físicos. Os programas de treinamento devem incluir as seguintes características: exercícios específicos para os músculos cujas origens ou inserções cruzem as articulações onde se pretende ganhar osso, de curta duração e alta intensidade, dinâmicos e rápidos, com estímulos em várias direções diferentes.

A formação óssea somente ocorre se o estímulo proporcionado pelos exercícios físicos ultrapassar certo limiar, sendo capaz de produzir uma situação de carga acima do habitual para aquele indivíduo. Dessa forma, um determinado exercício pode ser osteogênico para um indivíduo sedentário ou debilitado, e não promover qualquer estímulo à formação óssea em um sujeito já treinado.

Mulheres pós-menopáusicas, com baixa DMO, quando submetidas a um treinamento específico para a osteoporose conseguiram manter ou melhorar a massa óssea. Mulheres pós-menopáusicas participaram de um programa de exercícios que incluiu exercícios de impacto, alongamentos, exercícios de força muscular e equilíbrio corporal, e ao final do estudo apresentaram uma maior DMO no colo do fêmur, quando comparadas às mulheres submetidas a terapia hormonal apenas.

O ideal seria que o treinamento físico para populações de risco para osteoporose começasse com exercícios leves e lentos, respeitando o tempo necessário de adaptação neural e musculoesquelética, e evitando lesões. Contudo, na medida em que os praticantes forem adquirindo um condicionamento físico de base, um trabalho de potência muscular (força + velocidade) deverá ser proposto.

Vários estudos comprovam a importância do impacto na saúde óssea. Assim, exercícios como caminhada vigorosa, trote, saltos, pliometria, todos, se realizados em uma intensidade acima do habitual para aquele indivíduo, podem contribuir não somente para manter, mas também para melhorar a massa óssea. Para saber mais, procure uma das unidades do Santé Treinamento Funcional e se informe com os especialistas e professores quais atividades se encaixam no seu perfil.

Exercício Físico e Menopausa.

A atividade física alivia os sintomas e previne problemas de saúde comuns no climatério. Conheça bons exercícios para realizar nesse período

Entre os 45 e 50 anos, em média, o corpo feminino vivencia a queda de dois hormônios da menopausa: o estrogênio, que regula as menstruações, promove a fixação do cálcio nos ossos e ainda está por trás das características do corpo da mulher, e a progesterona, que é quem preparava o terreno para a gravidez.

A baixa produção do estrogênio diminui a proteção cardiovascular, e a mulher fica mais suscetível a ter hipertensão arterial e outras patologias cardiovasculares, como Infarto, AVC e arteriosclerose. Também surgem as doenças ósseas como Osteoporose e Artrose além de provocar alguns efeitos colaterais, como redução do metabolismo, calores e oscilação do humor.

Como lidar com isso?

Ora, praticando atividade física. A recomendação é realizar pelo menos 30 minutos de exercícios aeróbicos por dia. “O treinamento físico controla a pressão arterial, promove mais massa óssea o que vai ser benéfico para controlar a osteopenia e a osteoporose ”, diz o personal trainer e líder no Santè, Professor Rodrigo Daumerie.

Estudos revelam que as atividades física melhoram a flexibilidade e as condições cardiovasculares e controlam os calores típicos da menopausa. Levando em conta que muitas mulheres não podem ou não querem realizar terapia hormonal como saída para controlar os sintomas da menopausa, o exercício físico é excelente para aliviar a pressão dos desconfortos.

O treinamento físico controla a pressão arterial, promove mais massa óssea o que vai ser benéfico para controlar a osteopenia e a osteoporose


Professor Rodrigo Daumerie

A prática frequente de exercícios físicos minimiza o envelhecimento arterial, diminui o risco de hipertensão, melhora o colesterol e diminui o tecido adiposo (gordura). Estudos mostram que colocar o corpo em movimento reduz em até 50% o risco de desordens mentais, como o mal de Alzheimer.

Acredita-se que o ideal seja a associação de exercícios resistidos (musculação) com exercícios de impacto para obter o benefício. Por isso, aposte duas vezes por semana na musculação e outros tipos de treinamento que estimulem a força dos músculos. Entre musculação e aeróbios, não se esqueça dos exercícios de flexibilidade e equilíbrio.

Exercício Físico e Longevidade

Os benefícios do exercício físico supervisionado para uma vida longa e com saúde são inúmeros, como o controle e prevenção de doenças degenerativas e independência funcional para as tarefas do cotidiano. Ter vida longa é o que todo mundo procura. Todos almejam retardar o envelhecimento o máximo possível, mas ao mesmo tempo ter uma boa qualidade de vida quando envelhecer.

Em 31 de março foi comemorado Dia Mundial da Saúde e para ter saúde, é indiscutível a presença da atividade física no dia-a-dia. Afinal, de nada adianta viver muito tempo sem poder se locomover facilmente por falta de condicionamento físico, ou não conseguir amarrar o próprio sapato por falta de flexibilidade, além de muitas outras coisas que uma pessoa idosa e sedentária não consegue fazer.

Aí entra em questão o fator manter-se ativo. Isto é de fundamental importância para viver bem e de forma saudável. É clara a diferença (em todos os sentidos) de uma pessoa sedentária e de uma pessoa que praticou e pratica esportes regularmente. Na grande maioria dos casos a pessoa que pratica esportes tem uma qualidade de vida muito melhor do que a sedentária.

Sabemos que o único meio de prevenir os males da inatividade é permanecer ativo, não durante um mês, mas durante toda a vida. A saúde é, na maioria das vezes, um fator que podemos controlar através da prevenção do surgimento de algumas doenças.

Verifique, a seguir, algumas vantagens que a atividade física proporciona:

  • As pessoas ativas têm vida mais intensa e apresentam mais vigor. São mais auto-confiantes, menos deprimidas e estressadas.
  • Uma pessoa ativa, tem tendência a ter o seu peso dentro da faixa normal e a mantê-lo com mais facilidade e por mais tempo do que a sedentária.
  • O ativo apresenta pressão arterial e freqüência cardíaca mais baixa do que o sedentário tanto em repouso quanto em atividade, desta forma, o ativo suporta por mais tempo o exercício enquanto o sedentário tem certas limitações cardiovasculares.
  • A pessoa ativa tem maior VO2 (volume de oxigênio pulmonar) e suporta atividades de longa duração com mais facilidade no quesito respiração.A atividade física melhora a postura e a flexibilidade, fundamental para as atividades do dia-a-dia.
  • A atividade física também ajuda a combater os maus hábitos como o fumo, por exemplo.
  • O indivíduo ativo possui maior resistência às doenças.

Na ausência de exercícios físicos diários, o corpo se torna depósito de tensões acumuladas e, sem canais naturais de saída para essas tensões, os músculos tornam-se fracos e tensos. O ideal é praticar atividade física durante toda vida, mas, independentemente disto, é possível recuperar uma existência mais saudável e gratificante em qualquer idade.

Algumas atividades são muito importantes como a musculação, os exercícios aeróbios e os alongamentos. Mas se você não gosta de alguma destas atividades, faça aquela que você sinta prazer, caso contrário esta não será duradoura.

Invista no seu bem estar, clique no link e Faça uma aula experimental numa das nossas unidades: https://bit.ly/2TyU5G8